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Como misturar elementos de Inside e Field Sales em vendas complexas

Como misturar elementos de Inside e Field Sales em vendas complexas

Se você trabalha com vendas complexas, sabe que o ciclo de vendas pode ser bastante longo e caro!

Fazer a escolha mais lucrativa pode parecer difícil, mas não precisa ser.

Virar-se para táticas de vendas remotas, mesmo quando as visitas presenciais são indispensáveis, reduz drasticamente o CAC e acelera as vendas.

Quando usar cada modelo?

De forma simples e resumida: use Inside Sales sempre que possível, principalmente nas primeiras etapas do seu funil de vendas complexas.

Use ferramentas de vendas remotas (calls, e-mails, etc.) nas etapas de Atração e Segmentação de leads.

Atração com inbound marketing + pré-vendas

Misture técnicas de inbound e outbound para gerar listas de leads a serem prospectados.

  • Leads vindos de estratégias passivas têm mais clareza das dores de negócio, pois passaram por um processo de nutrição e educação para o consumo…. embora nem sempre tenham fit de cliente ideal.
  • Leads vindos de estratégias ativas são escolhidos ‘a dedo’ por você – trazem tickets maiores e têm retorno mais rápido… desde que você faça a abordagem no tempo certo.

Fazer estes levantamentos por e-mail ou telefone é mais rápido e barato do que bater de porta em porta, não é mesmo?

Sugestão: tenha um profissional ou time exclusivamente dedicado a fazer estes contatos iniciais.

Assim, ele pode identificar e encaminhar para o time de vendas apenas os leads que estiverem em momento de compra. Você vai ver o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) despencar.

Segmentação de leads com pré-vendas

Você gerou a lista de leads a serem prospectados, mas e agora?

Priorizar a ordem de abordagem é a melhor maneira de acelerar o seu ciclo de vendas.

Comece a atacar os “low-hanging fruit”, como dizem os ingleses. Colete os frutos que estão ao seu alcance, para encher a barriga mais cedo.

Mais uma vez, recomendamos a postura de vendas remotas: por meio de conversas à distância, construa a relação.

Levante dados profundos (aquelas informações que não estão no site) sobre o seu cliente por meio de ‘entrevistas’ ao telefone.

Assim você descobre com antecedência fatores técnicos e situacionais que pesam – contra ou a favor – de você em uma negociação.

Dica de mestre: montar um roteiro com base em SPIN Selling sempre ajuda!

A análise é potencializada quando você dispõe de chaveamento de dados, gatilhos mentais e derivações de perguntas.

Usar um software de segmentação como o Exact Spotter automatiza boa parte deste processo, mas não só.

Tração de vendas in loco

Tais metodologias tornam a tração de vendas bem mais assertiva… afinal, os vendedores só visitam leads realmente interessados em comprar.

Com os resultados da análise anterior em mãos, é possível direcionar a abordagem e derrubar objeções. Em outras palavras: converter oportunidades em clientes!

Neste momento sim, a reunião presencial pode ser recomendada – especialmente se você atua no setor de serviços ou de máquinas e equipamentos. Afinal, a infraestrutura do cliente impacta diretamente na qualidade e capacidade de entrega.

Boa parte da negociação pode feita remotamente. Mas estabelecer marcos em que sua presença física é ‘inevitável’ como parte da cadência também deixa o seu funil mais curto. Você pode ter como praxe assinar o contrato na sede do cliente, por exemplo.

Ou pode estabelecer um dia de visitação à sua empresa como parte do processo de aquisição de clientes key account. Você ganha autoridade mostrando a qualidade da sua estrutura, sem ter de arcar com as despesas de deslocamento.

Como misturar elementos de Inside e Field Sales na minha empresa?

Você pode acompanhar o curso Vendas complexas: Escolha o modelo ideal para o seu negócio. É gratuito. É online.

A Exact Sales e a Auvo montaram uma videoaula especialmente dedicada a ajudar você a escolher entre vendas presenciais ou remotas. Clique aqui para assistir ao vídeo “Vendas transacionais: equilibrando inside sales e field sales”.

E aí, como você faz na sua empresa? Nos conte nos comentários!

Gabriel é CEO da Auvo e já ajudou mais de 1500 empresas a aumentarem a produtividade da sua equipe de campo. Além disso gerenciou equipes externas durante 7 anos e sabe bem as dores de um gestor.

Inside Sales x Field Sales: faça a escolha mais lucrativa

Inside Sales x Field Sales: faça a escolha mais lucrativa

Na batalha “Inside Sales x Field Sales”, não falta quem diga que as vendas remotas dominarão o mundo e que as vendas presenciais estão com os dias contados. Mas será mesmo? Para nós, os dois modelos são válidos: mas depende para quem.

Vamos lá: você é um gerente experiente, já bateu muita meta e sabe como ninguém que sucesso em vendas depende de prática e técnica. Mesmo assim, não perde a chance de se aprimorar – e assim chegou a este post. É com isso em mente que reunimos aqui alguns aprendizados que acumulamos com 700 clientes. Inside Sales x Field Sales: faça a sua escolha para melhorar o ROI da sua equipe comercial.

O que é Inside Sales?

Nas Inside Sales, as vendas são feitas internamente – ou seja, a equipe de vendas sequer se desloca do escritório. Ao invés, as abordagens de vendas ocorrem por telefone ou online. Uma demonstração do produto acontece por meio de vídeos ou call com compartilhamento de tela.

Um pré-vendedor entra em contato com o lead espontaneamente, a fim de investigar suas necessidades e agendar uma reunião com o vendedor. O importante aqui é a adoção de uma postura consultiva, em que o pré-vendedor de inside sales se estabelece como especialista disposto a contribuir para a atividade do lead.

Para fisgar novos clientes, a sua empresa precisa demonstrar autoridade baseada em conhecimento. Por isso, é comum que as empresas que fazem uso de Inside Sales estabeleçam também pré-vendas e Customer Success. Seu argumento de venda gira em torno de auxiliar clientes na conquista dos objetivos definidos.

O que é Field Sales?

Este é o modelo mais tradicional de vendas B2B. Assim como os antigos caixeiros viajantes, vendedores visitam pessoalmente os potenciais clientes. Essa estratégia é especialmente recomendada para quem presta serviços ligados a infraestrutura. Afinal, a melhor forma de ‘reconhecer o terreno’ em que se vai atuar é conhecendo-o.

O “olho no olho” é extremamente válido em transações que exigem alto grau de confiança. É especialmente o caso de quem vende produtos complexos – como no caso de representantes farmacêuticos ou equipamentos para a indústria. Frequentemente, estas vendas começam com uma indicação feita por outro cliente.

Resumindo: a diferença entre vendas remotas e presenciais está na operacionalização da venda em si. E só.

Inside Sales x Field Sales: quem vende mais?

Sob uma abordagem simplista, podemos dizer que a venda Inside Sales começa na empresa que quer vender – ela mesma gera interesse e vai à caça de clientes. Funciona muito bem para tickets menores.

Em contrapartida, as Field Sales estão mais intimamente ligadas às demandas que partem do cliente. Como envolvem tickets maiores, se faz necessário ao vendedor ir a campo. É preciso conversar presencialmente com os decisores da empresa, inclusive para fazer avaliações técnicas adicionais.

Em outras palavras: não é questão de vender mais. É questão de vender melhor. E a melhor opção depende do tipo de produto que você comercializa e o processo de venda que você emprega.

Escolhas, escolhas…

Quando você estruturar o seu funil de vendas – assim mesmo, da atração à segmentação à conversão de leads em vendas – considere a matriz complexidade x custo de venda.

 

Digamos que o seu produto é bastante simples e possui um baixo custo de venda – um eletrodoméstico, para fins de exemplo. Você precisa que o seu custo de aquisição de cliente seja baixo… consequentemente, deve optar por estratégias de Marketing e Vendas focadas em volume a baixo custo. Até porque o cliente tem plenas condições de fazer a compra sozinho.

Uma estratégia de inbound marketing e venda direta é mais do que o suficiente. Por isso vemos tantas opções de e-commerce e outros modelos self-service. Mas é claro que o cenário muda se você comercializa produtos e serviços de valor um pouco (ou muito!) mais elevado, e o cliente precisa de certo grau de consultoria para efetuar a compra…

O que acontece com quem trabalha com venda transacional, como no caso de planos de assinatura e outros negócios recorrentes? É verdade que o produto é menos complexo e o valor não é tão elevado… mas é preciso um contrato e a manutenção de parceria por meses ou anos. É o caso das prestadoras de serviço, ou a maioria das negociações B2B.

Neste caso, você provavelmente terá de combinar táticas de atração inbound (marketing de conteúdo) e outbound (publicidade e cold call). Neste tipo de venda, o lead provavelmente precisa de auxílio na hora de comprar. Tem de esclarecer questões técnicas, e talvez pedir demonstrações. Neste cenário, o modelo é de venda consultiva. E isso significa processos mais longos e custosos. É preciso escolher a melhor estratégia para que o custo de aquisição (CAC) deste cliente não inviabilize a negociação.

Quando usar Inside Sales – mesmo que parcialmente

Sempre que possível evitar as saídas a campo para vender, o faça! Mas com inteligência para não comprometer a relação sua com o lead.

Se você trabalha com vendas extremamente técnicas, perguntar sobre os desafios enfrentados pelo lead logo nas primeiras interações ajuda a delimitar o escopo de uma oportunidade. Por que fazer as primeiras sondagens por telefone ou Skype? Porque assim você evita de desperdiçar os esforços da sua equipe com visitas improdutivas a clientes sem fit.

Na verdade, é recomendável organizar a equipe comercial em dois times: pré-vendedores e vendedores. O pré-vendedor faz todos os contatos iniciais, separando os leads com pouca (ou nenhuma) chance de compra. Ele consegue, inclusive, indicar ao vendedor quais ofertas – planos ou modalidades – possuem maior aderência com o lead qualificado.

Uma vantagem: você tem interesse em prospectar a empresa X para vender o seu serviço. Mas o seu contato dentro da empresa não é autoridade com poder de decisão. Sem problemas: basta ‘escalar’ o organograma da empresa. O lead auxilia o pré-vendedor a mapear quem são as pessoas que determinam a compra. E o vendedor só interage com o decisor.

Outra vantagem: se você segmentar e qualificar os leads, é possível priorizar os que estão prontos para fechar negócio. Para tanto, atribua um sistema de pontuação (scoring), conforme o grau de probabilidade de compra. Os que obtiverem pontuação maior, são contatados primeiro – o que acaba por acelerar o seu ciclo de vendas.

Um critério para a priorização de lead é o timing em que terá acesso às verbas para fazer a compra. Por exemplo: você produz equipamentos que podem ser financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). E sugere que faça parte da próxima rodada de financiamento com condições especiais, que se encerram no prazo Y.

As preocupações do lead com dinheiro ‘caem por terra’ – este é um excelente ponto de ganho a ser usado pelo vendedor, para além dos argumentos técnicos. Ou, nas palavras de Mike Schultz, do Rain Group: “a qualidade da proposta tem a ver com o quanto o lead consegue mobilizar fundos”.

Também é possível que o lead prospectado sinta determinada dor há bastante tempo. Mas novos contextos aumentam a latência e exigem uma resolução rápida. Por exemplo: quando se aproxima o prazo legal para determinado ajuste, para fins de compliance. Este tipo de informação pode ser levantada por meio de uma série de telefonemas, mas dificilmente vem à tona em uma reunião presencial.

Plano de Aquisição de Clientes

Vendas enterprise: o melhor momento para usar Field Sales

Por enterprise compreendemos o processo de venda complexo, comum a quem comercializa produtos de nicho a altos valores. São aquelas vendas que exigem muito serviço, atenção e (às vezes) instalação. Só que os custos com deslocamentos, diárias e hospedagem pesam no orçamento. Por isso, convém direcionar as Field Sales para reuniões estratégicas, com altos executivos. Aqui vende-se qualidades a altos ganhos, e não quantidade.

É verdade que vendedores Inside Sales fazem 7 vezes mais propostas do que vendedores estilo Field Sales. Contudo, as taxas de conversão dos primeiros ronda os 18%, enquanto os segundos fecham vendas 40% das vezes. Os números vêm de Ken Krogue, da InsideSales.com.

Inside Sales x Field Sales: combinar ou substituir?

Se você vende para empresas pequenas e grandes, talvez a melhor solução seja um mix dos dois modelos. Use Field Sales para as key accounts, que exigem presença frequente e interação direta. Os vendedores Inside Sales podem atender remotamente os clientes menores ou que exigem contato menos frequente.

Para decidir qual estratégia seguir, analise o que você vende e para quem:

  • Grandes ($) vendas para empresas grandes provavelmente dependem de algumas interações cara-a-cara. Uma equipe totalmente formada exclusivamente por vendedores Inside Sales não trará os resultados desejados.
  • Reuniões presenciais podem ser vistas como inconvenientes por empresas pequenas. O tempo de seus CEOs é escasso.

Se você mantém equipes internas e externas, pode moldar a sua estratégia a cada conta específica. A escolha é sua!

O seu próximo passo

Antes de escolher entre Inside Sales ou Field Sales, é preciso entender o que faz sentido – ou não! – para a sua realidade. Após a leitura, você deve ser capaz de fazer um auto-diagnóstico. Em outras palavras, responder os seguintes questionamentos:

– Quão complexo é o meu produto?

– Quais passos antecedem e sucedem a venda?

– Quem fica responsável pelo que?

Ficou mais claro? Se você ainda tem dúvidas, solicite um diagnóstico gratuito. Os consultores da Exact Sales analisam a sua empresa individualmente e ajudam você a repensar o seu processo comercial. Você pode, também, baixar os eBooks Guia definitivo: Hacks para qualificação de leads e Faça sua venda Inside Sales decolar. Assim  você começa o trabalho por conta própria, alinhando fluxos entre Marketing, Pré-vendas e Vendas.

Fique ligado – em breve, mais dicas para você!

Gabriel é CEO da Auvo e já ajudou mais de 1500 empresas a aumentarem a produtividade da sua equipe de campo. Além disso gerenciou equipes externas durante 7 anos e sabe bem as dores de um gestor.

Pitch de vendas, qual o segredo?

Pitch de vendas, qual o segredo?

Você conseguiu agendar uma reunião com aquele prospect que você sempre quis e não quer arriscar perder a oportunidade com uma apresentação pouco atrativa, ou ceja, você não tem confiança no seu pitch de vendas.

Neste material nós vamos te ajudar a se preparar para fazer um pitch de vendas matador, para convencer aquele cliente desejado a assinar o contrato.

É normal um vendedor achar que improvisar na apresentação traz mais credibilidade para o que ele está falando e muitos são contra treinar pitch de vendas, mas na realidade um vendedor de alto impacto sempre se recicla e treina novas abordagens.

Conheça o seu prospect e a empresa que ele trabalha

O trabalho de vendas começa com um dever de casa muito importante, pesquisar sobre o seu lead e sobre a empresa.

Você vende para pessoas, o CNPJ apenas paga a conta.

Dessa forma se relacionar melhor com a pessoa que vai escolher o seu produto é parte fundamental do processo.

Saber quais são suas necessidades, a sua visão de mundo, suas perspectivas e as expectativas são essenciais para você.

As redes sociais são uma poderosa ferramenta neste trabalho.

Dê uma olhada no Facebook ou Linkedin da pessoa, veja por quais assuntos ela se interessa (isso pode ser um gatilho para criação inicial de empatia e pode te ajudar a quebrar o gelo) e comente sobre algo de maneira despretensiosa.

Saber sobre o processo de compra da empresa, as pessoas chaves de cada área e as metas de objetivos da organização te dão uma visão ampla em que pesa as preocupações dos decisores e te da uma perspectiva para entender melhor como ajuda-lo.

Qual seu objetivo com a visita?

Muitos vendedores responderiam isso com: vender óbvio!

Só que o processo de vendas não se resolve numa única visita e por questões de metas o vendedor acaba pulando alguns pontos.

Sempre tenha em mente onde seu cliente está no funil, se é apenas uma visita de prospecção, não faça nada que não seja agendar uma reunião e envie um e-mail.

Normalmente as visitas são definidas em: prospecção, apresentação e envio de orçamento, follow-up e assinatura de contrato.

Claro que em muitos negócios são mais passos e cada etapa dessas pode variar o número de visitas.

Mas se você vai fazer uma visita de apresentação, não faz o menor sentido perguntar para o cliente “posso te enviar o contrato?” a não ser que ele peça. Não queime etapas.

Ouça mais do que fale

A essência de uma venda tem a ver com você ajudar com um produto ou serviço o cliente.

Agora me diga, como é possível ajudar o cliente se você só fala sobre si mesmo e sobre como você é o melhor do mundo? Ouça o cliente, anote tudo e de fato procure ajuda-lo.

Outro ponto importante é saber fazer as perguntas certas. Normalmente elas são separadas em 3 blocos:

Objetivos: entender quais são os objetivos do cliente e como o seu produto ou serviço vai ajuda-lo. E evite sempre perguntas com respostas previsíveis do tipo “esse serviço faz isso, você acha que serve pra você?” ou “esse produto vai resolver isso, você quer?”.

Normalmente o cliente vai responder de forma monossilábica e tornando a reunião pouco produtiva.

Pergunte sobre as metas, desafios e dificuldades enfrentadas e mapeie como seu produto vai ajudar a resolver esses problemas.

Tempo: é importante saber qual o timming de contratação da empresa para mover seu lead dentro do funil.

Não tem nenhum problema em perguntar quando o cliente pretende fazer a contratação. I

sso te dá noção se vale a pena gastar mais tempo ou enviar mais informações para o seu cliente até que ele chegue no momento certo de compra.

Orçamento: sempre descubra se o seu cliente tem orçamento para comprar.

Não adianta ele adorar o seu produto, saber que ele vai resolver grandes problemas com ele se a empresa não possui caixa para comprar.

Um dos pontos mais importantes é notar como seu cliente se comporta ao responder as perguntas, comportamentos corporais dizem muito sobre o que ele não fala.

Dica Final?

Um bom ppt é apenas 10% do trabalho de um vendedor, num pitch de vendas é preciso entender o processo, os desafios e saber ouvir.

Gabriel é CEO da Auvo e já ajudou mais de 1500 empresas a aumentarem a produtividade da sua equipe de campo. Além disso gerenciou equipes externas durante 7 anos e sabe bem as dores de um gestor.

Saiba como criar um planejamento de vendas de sucesso para 2017

Saiba como criar um planejamento de vendas de sucesso para 2017

O final de ano está chegando e os gestores das empresas já começaram a pensar no que fazer em 2017 para superar a crise desse ano de 2016 e alcançar resultados cada vez melhores.

Para as empresas que trabalham com vendas, fazer um planejamento não só é necessário como pode ser o diferencial na hora de fechar mais negócios nesse novo ano que está quase chegando.

A área comercial da sua empresa com certeza vai agradecer se você fizer um planejamento de vendas bem completo.

Ter um plano de ações para a área comercial é muito importante para definir as metas dos próximos meses, distribuir as tarefas entre os colaboradores certos, otimizar o foco da equipe externa de vendas e melhorar a prospecção dessa mesma equipe.

É bom envolver o time de vendas na criação desse planejamento, pois são eles que lidam no dia a dia com os atendimentos e com as vendas na prática.

Eles podem dar um feedback bem mais completo, pois lida com os clientes o tempo todo e conhece suas dores e reclamações mais do que ninguém. Confira aqui com a gente como montar um planejamento de vendas efetivo e com foco em resultados melhores:

1 – Defina os objetivos e planos de ação:

Esse deve ser um trabalho feito em equipe. Todos da área comercial devem participar e cada um tentar apresentar novas ideias e propor soluções para os problemas que as equipes de vendas enfrentam na hora de concluir as negociações.

Feito isso, as melhores ideias devem ser escolhidas e a partir daí, os gestores podem começar a definir as principais metas. Lembrando que essas metas devem ser alcançáveis, se não pode gerar um efeito contrário e deixar a equipe de vendedores desanimada.

 

2 – Estudar e compreender o público-alvo e os concorrentes:

Aqui a ação que deve ser feita pelos gestores é de pesquisar e tentar compreender de verdade quem é o público-alvo da sua empresa e quais são as suas dores, o que eles precisam que seja resolvido. Definiu quem é o seu público-alvo?

Então agora você vai descobrir como o seu produto pode ajudá-lo e como você vai chegar nessas pessoas.

É uma boa ideia estudar também o que os concorrentes costumam fazer para compreender de forma mais macro como é o mercado em que atua. Com esses dados o seu planejamento de vendas será bem mais completo.

3 – Montar um checklist de atendimento para a equipe externa:

Faz parte do planejamento de vendas, direcionar quais serão as ações de cada equipe dessa área da empresa. Na área comercial temos equipes de gestores e de vendedores, tanto externos quanto internos.

É mais do que justo que todos saibam quais são os planejamentos e qual função deve exercer para que ele dê certo.

Trazer as equipes de vendedores mais próximas dos gestores pode ajudá-los a ter mais determinação e vontade para trazer resultados cada vez melhores.

4 – Monte um cronograma de metas:

Estabeleça datas para o cumprimento das metas. Algumas empresas fazem semanalmente, outras fazem mensalmente e algumas até semestralmente.

O que você deve prestar atenção aqui é o que pode ser melhor para o seu modelo de empresa.

Como estamos falando de planejamento de vendas, é interessante tentar manter metas mensais e trimestrais para poder controlar os resultados e fazer mudanças no planejamento quando forem necessárias.

5 – Apresente o planejamento de vendas para as equipes envolvidas:

Está com o planejamento de vendas pronto? Já definiu tudo o que precisava?

Então agora o próximo passo é mostrar para todas as pessoas envolvidas, principalmente para a equipe externa de vendas que normalmente é quem lida de forma mais direta com os clientes.

Eles devem estar à par de tudo que foi definido como meta e como ação de vendas. Assim eles terão mais ferramentas para levar novos e bons resultados para a empresa.

Agora você já consegue montar um planejamento de vendas muito mais completo e com foco em gerar resultados, aumentar o lucro e ajudar de forma concreta a área comercial.

Monte uma equipe externa de vendedores com foco em resultados e com metas alcançáveis.

Gostou das dicas? Deixe seu comentário e sugestão. Aproveite para compartilhar em suas redes sociais.

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Gabriel é CEO da Auvo e já ajudou mais de 1500 empresas a aumentarem a produtividade da sua equipe de campo. Além disso gerenciou equipes externas durante 7 anos e sabe bem as dores de um gestor.

Porque você deve se preocupar com a produtividade de sua equipe externa

Porque você deve se preocupar com a produtividade de sua equipe externa

Gestores de vendedores externos e técnicos sabem o quanto é difícil gerenciar pessoas que estão muitas vezes em outras cidades e estados.

Os desafios são grandes e a os resultados podem diminuir a qualquer eventual crise, interna ou externa.

Montar uma equipe externa em sua empresa precisa de muita atenção, primeiramente porque não é barato.

Os custos são elevados e caso o investimento não seja feito com planejamento a chance de você perder dinheiro é muito grande. Os resultados também são lentos, ou seja, o retorno sobre o investimento pode levar um longo tempo.

Outro ponto importante é que pode ser um departamento extremamente estressante para a empresa.

Afinal, é muito mais difícil inserir esse colaborador externo na cultura da empresa. Portanto se você está planejando montar uma equipe externa, leve em conta dos esses fatores, pois o gerenciamento definitivamente não é fácil.

O grande problema é que pouquíssimos gestores se atentam em medir a produtividade e focar seus esforços em aumenta-la no Brasil.

Apesar de ser um assunto que está na boca dos CEO’s e CFO’s, poucas empresas adotaram essa prática no dia a dia.

Para equipes externas então o cenário é pior. Abaixo vou listar algumas ações que você pode implantar em sua equipe externa, para medir e aumentar a produtividade.

Se você não sabe onde estão seus colaboradores, o gerenciamento fica comprometido

Se o gestor não sabe onde estão os funcionários externos, como ele pode medir a produtividade? Como ele pode evitar atrito com os colaboradores?

A confiança fica estremecida e a gestão comprometida. Por isso o primeiro passo é ter a localização da sua equipe em tempo real.

Isso evita conflitos entre gerencia e funcionários, otimiza o trabalho e organiza a equipe por áreas (se for o caso do seu negócio).

Quem executa mais atividades?

Se você não sabe quem é o colaborador que mais executa atividades com certeza os resultados estão abaixo do que podem ser.

É natural que a equipe externa seja heterogênea e possua colaboradores em níveis diferentes.

Mas se você não sabe exatamente quem são os mais produtivos (em dados estatísticos) dificilmente você irá conseguir aumentar o rendimento dos outros.

Isso se dá pelo fato de que treinar sua equipe não necessariamente tem a ver com conhecimentos unicamente técnicos.

Ou seja, meça a produtividade e veja o que pode ser feito para sua equipe se tornar homogênea e que traga muito mais resultados no médio e longo prazo.

calculadora de produtividade de equipe externa

Invista em tecnologia

Hoje a tecnologia faz parte do nosso dia a dia. Ela traz milhares de benefícios para nós, porque não utiliza-la em sua empresa? Você já parou para pensar com ela deixa sua vida pessoal mais produtiva?

Vamos utilizar um exemplo: a 20 anos atrás era muito mais difícil chegar a um endereço novo. Você tinha que pedir referências, ajuda e orientação.

Hoje basta ligar o Waze ou o Google Maps e pronto, ele te leva até a porta do local desejado. Você como um gestor empreendedor não pode deixar de usar ferramentas poderosas para a gestão da sua equipe.

Com elas você poderá medir produtividade, diminuir o tempo de decisão e ter dados eficientes sobre sua equipe.

Treine-os

A produtividade de uma equipe externa está intrinsicamente ligada ao nível de dedicação e conhecimento dos funcionários.

Por isso sempre mantenha-os atualizados sobre novidades e faça avaliações constantes de conhecimento.

Motive-os

Como já disse, colaboradores externos não ficam na empresa na maior parte do tempo, o que dificulta integra-los a cultura e motiva-los.

Por isso dedique um tempo para entender o ser humano. Você como gestor deve estar preocupado com os resultados, mas o que acontece na vida pessoal do funcionário impacta diretamente sua produtividade.

Neste vídeo falamos um pouco sobre como você pode não perder bons colaboradores.

A produtividade de sua equipe externa é essencial para a o sucesso de sua empresa. E o Auvo pode ser essencial nesse processo.

Gabriel é CEO da Auvo e já ajudou mais de 1500 empresas a aumentarem a produtividade da sua equipe de campo. Além disso gerenciou equipes externas durante 7 anos e sabe bem as dores de um gestor.