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Como usar soluções em tecnologia para moldar equipes externas

Como usar soluções em tecnologia para moldar equipes externas

Existem soluções em tecnologia que podem auxiliar gestores que desejam moldar suas equipes externas. Mas, como assim, “moldar”? Você pode estar se perguntando.

Explico melhor: Se você deseja tornar o trabalho de sua equipe de manutenção cada vez mais padronizado, receber feedback positivo dos seus clientes e mantê-la dentro das normas de qualidade, como a ISO 9001, você procura por formas de moldar sua equipe.

Deseja tornar sua equipe cada vez mais produtiva e harmônica na prestação de serviços?

Nesse artigo, explicarei o passo a passo para a otimização de equipes, a fim de moldá-las nos padrões técnicos de qualidade, e claro, agregar diferencial competitivo a sua empresa.

Soluções em tecnologia: Gestão da qualidade

As inovações tecnológicas também são condições para o desenvolvimento da gestão. Não dá pra falar de gestão eficiente sem citar as tecnologias.

Por isso, as empresas estão mais competitivas, pois, com as integrações de tecnologia, gestão e manutenção, os processos estão cada vez mais precisos.

Assim, é necessário que os gestores concentrem seus esforços em vários ativos, como a gestão da qualidade.

A gestão da qualidade é um conceito muito utilizado no meio dos negócios atualmente, e corresponde a necessidade de fiscalização da qualidade dos produtos ou serviços prestados.

Ou seja, como numa fábrica de alimentos, é preciso assegurar que aquele alimento não vá para a comercialização com a validade vencida. Assim se dá na prestação de serviços, a garantia que aquela manutenção resulta na segurança e bom funcionamento do equipamento ou máquina.

E para uma gestão da qualidade realmente efetiva, foram criadas as normas técnicas ISO 9000. Trata-se de um conjunto de normas, na qual cada uma se aplica de forma de diferente em relação aos materiais, produtos e serviços.

Criadas em 2008, pelo Comitê Técnico Quality Mangement and Quality Assurance e publicadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as normas realizaram muitas mudanças no modo de gerenciamento de empresas.

Não existe uma ISO que fale especificamente do segmento de manutenção, mas é possível perceber que a manutenção faz parte, por causa das descrições de cada norma, como veremos a seguir.

ISO 9000

Essa norma trata do vocabulário e terminologias utilizadas para descrever os princípios de gestão de qualidade.

A seguir, você entenderá sobre os princípios da qualidade, detalhadamente. Mas antes, saiba do que se trata a tão falada ISO 9001.

ISO 9001

A ISO 9001 fala das exigências que as organizações precisam se adequar para obterem a certificação.

Essas exigências são feitas para que os 7 princípios da qualidade sejam efetivamente cumpridos.

Falando nos princípios da qualidade, são eles: foco no cliente, liderança, engajamento das pessoas, abordagem dos processos, tomada de decisão baseada em evidências, melhoria e gestão de relacionamentos.

Vamos esclarecer o que cada um dos princípios defende para que a qualidade exista em uma empresa, e assim mereça a certificação.

  • Foco no cliente: afinal, qualidade para quem? esse princípio demonstra quem deve ser a razão de tudo é o cliente. A satisfação do cliente deve ser o foco de todo sistema de gestão de qualidade, e isso deve se refletir em todos os departamentos e colaboradores da empresa.
  • Liderança: não se trata apenas dos cargos de gerência, mas sim quem toma a frente de realizar mudanças e modificar resultados.
  • Engajamento de pessoas: é necessário engajamento de todos para que a gestão da qualidade funcione. Se os colaboradores perceberem que outro departamento está tendo mais resultados, provavelmente também terão mais força de vontade para alcançá-los.
  • Abordagem dos processos: esse princípio trata da necessidade de estabelecer processos. A partir do momento que os estabelece, é o momento de padronizá-lo. Existem soluções em tecnologia para isso, falaremos sobre mais adiante.
  • Tomada de decisão baseada em evidências: fazer análises de monitoramentos baseando-se em fatos, em dados. Isso é muito importante para que a gestão seja, de fato, assertiva.
  • Melhoria: tudo pode ser aperfeiçoado. O segredo é não estagnar no pensamento que mais nada pode ser feito, é preciso evoluir sempre.
  • Gestão de relacionamentos: é muito importante, também, gerenciar os relacionamentos entre os processos. Comunicação, produção, manutenção, todos os envolvidos precisam ter a interação adequada, ou seja, falar a mesma língua.

Como você pode ver, a ISO 9001 não exige nenhum procedimento específico a ser feito, mas sim, que você crie formas de fazer com que os processos da sua empresa funcione da melhor forma.

Por isso, é tão importante definir os processos para que os colaboradores saibam exatamente o que fazer, e para isso, você pode elaborar algumas ferramentas simples como um checklist ou um infográfico, para demonstrar o passo a passo das atividades.

Porém, se você deseja um resultado mais efetivo, utilizar um sistema de gestão é o caminho mais certeiro para definir os processos. Um sistema tem a capacidade de automatizar esses processos, tornando-os mais ágeis e moldando sua equipe em processos padronizados.

ISO 9004

A ISO 9004 visa nortear o sucesso das empresas. Seu principal objetivo é contribuir para a melhoria contínua do desempenho global das organizações, em um mercado que está sempre em mudança.

Assim, essa norma pensa em ações sustentáveis como uma forma de melhoria no desempenho, assim como, soluções em tecnologia que auxiliem no desenvolvimento.

Agora que você já sabe do que se trata a gestão da qualidade, vou explicar 3 itens que podem ajudá-lo a pensar nela com o objetivo de moldar suas equipes externas para equipes de alta performance.

Padronizar os serviços

Quando se fala em gestão da qualidade, é preciso falar também de padronização dos serviços. Para isso, é preciso ter foco em algumas atitudes, para que o padrão também não atrapalhe os processos.

Por exemplo: de nada adianta definir um padrão de atendimento externo, se ele não se encaixa nas particularidades de seus clientes. Ou seja, é preciso padronizar, mas também é necessário estar atento às preferências e problemas do cliente.

Outra atitude que deve ser pensada, é a questão da padronização quantitativa, ou seja, ter o cuidado de gastar o menor tempo e custo possível em suas visitas.

Isso gera a otimização dos processos, que se tornam mais rápidos gerando uma sincronia nas atividades.

Tudo isso pode ser realizado por soluções tecnológicas, como: sistemas gerenciais, aplicativos, planilhas, checklists, ferramentas que automatizam a padronização.

Feedback dos clientes

Moldar uma equipe externa não é uma tarefa simples e rápida. É preciso fazer testes de padronização, ter paciência e sempre modificar os processos com o passar do tempo.

Por isso, o feedback dos clientes é tão importante! Eles são o termômetro de como sua equipe externa está se saindo em campo.

Não estou afirmando aquela velha frase de que o “cliente sempre tem razão”, afinal, sabemos que nem sempre tem. Mas, sim que é necessário entender a experiência do cliente para que suas alterações nos processos sejam efetivas.

Vale mandar um e-mail perguntando como estão as coisas, fazer regularmente uma pesquisa de satisfação com respostas de múltipla escolha, para que seja possível quantificar as respostas.

Vale também utilizar plataformas de gestão já tenham esse tipo de serviço em suas atribuições! Ou, usar formulários como o Google Forms, TypeForm, Mindminder, entre outros.

Seguir os princípios da qualidade

Não falamos dos 7 princípios da qualidade, a toa, não é? Sim, para moldar equipes competitivas e produtivas é necessário prezar pela qualidade.

Seguindo os princípios da qualidade e obtendo o certificado, sua empresa transmitirá muito mais segurança e confiança aos clientes.

Tirar a certificação exige um esforço coletivo, por isso, é importante conscientizar seus colaboradores da importância disso.

Como é feita a certificação?

Através de duas etapas: a implantação e a certificação. Primeiramente, é preciso se adequar ao princípios de qualidade, adequar os processos de sua empresa as normas ISO.

Depois, é preciso contratar um organismo certificador independente para realizar auditorias de verificação, e assim, emitir o certificado.

A certificação é válida por 3 anos, depois desse período, são realizadas auditorias uma vez ao ano para monitorar a qualidade da empresa.

Como você pode perceber, moldar suas equipes externas não é um processo feito em um click. A tecnologia auxilia nas etapas, porém, há muito trabalho de análise e testes para que sua organização seja, oficialmente, de qualidade.

E lembre-se: o que as normas, como a ISO 9001, querem nos alertar é que as empresas de qualidade devem se preocupar com todo o caminho até chegar no cliente.

Todo o processo é importante, é preciso dar aquilo que foi prometido ao cliente.

Por isso, essas certificações, sistemas de qualidade, padronização e vários itens que foram citados, são importantes na gestão de equipes externas.

Lorrayne é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos que ajudem os gestores a formar uma equipe externa de alta performance.

Impacto da reforma trabalhista para equipes que operam em campo

Impacto da reforma trabalhista para equipes que operam em campo

O impacto da reforma trabalhista ainda parece algo confuso para algumas pessoas.

A reforma alterou muitos pontos na legislação trabalhista. Alguns deles são as divisões de férias, e a extensão da jornada de trabalho, além de implantar novas modalidades, como o trabalho remoto.

Mas isso é com certeza um ponto que você vai concordar comigo: é preciso conhecer bem o impacto da reforma trabalhista para poder se adaptar a ela.

Algumas alterações:

Extensão da jornada de trabalho

Agora, com a nova lei, a jornada de trabalho poderá ser de até 12 horas com 36 horas ininterruptas de descanso, mas sempre respeitando o limite de 44 horas semanais.

A legislação estipulava o limite de 44 horas semanais ou 220 horas por mês. O limite diário, porém, era de 8 horas de trabalho, sendo permitido, no máximo, realizar 2 horas extras por dia.

Por isso, é bom estar a par das alterações implementadas na jornada de trabalho no impacto da reforma trabalhista.

Confira as principais mudanças:

1. Nova jornada de trabalho

Como falei, a nova regra determina que a jornada diária pode ser de até 12 horas de trabalho. Nesse caso, deverá ser seguida por um período de descanso não inferior a 36 horas. O limite semanal de 44 horas fica mantido, assim como as 220 horas/mês.

 

2. Descanso ou intervalo de almoço

Para os trabalhadores com jornada de trabalho de 8 horas diárias, a lei previa uma parada de, no mínimo, uma hora e no máximo duas horas para a alimentação e descanso.

Agora essa pausa poderá ser negociada, mas o tempo mínimo é de 30 minutos, independente do acerto entre patrão e empregado.

Mas, atenção! Se o empregador não conceder intervalo mínimo para almoço ou concedê-lo parcialmente, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho apenas sobre o tempo não concedido em vez de todo o tempo de intervalo devido.

 

3. Parcelamento de férias

O texto permite a divisão das férias em até três períodos, com a concordância do empregado. Um deles, no entanto, não pode ser inferior a 14 dias. Os dois restantes têm que ter mais de cinco dias corridos, cada.

A reforma trabalhista, permitirá que trabalhadores possam parcelar as férias em até três vezes. A mudança é uma das imediatas, porque não depende da negociação entre sindicatos e empresas para começar a valer.

 

4. Atividade particular

Tempo gasto com higienização, troca de uniformes, práticas religiosas, entre outras não são mais computadas como hora de trabalho efetivo.

A nova legislação alterou também o entendimento quanto ao tempo de deslocamento do trabalhador entre a sua casa e o local de trabalho.

Antes, havia a interpretação de que esse período poderia ser considerado como integrante da jornada de trabalho.

A reforma definiu que, pelo fato do trabalhador não estar à disposição do seu empregador, esse tempo de deslocamento não pode ser considerado como parte da jornada de trabalho, independentemente da localização e da disponibilidade de transporte.

 

Impacto da reforma trabalhista para equipe externa

Mais do que nunca é preciso estar atento a como registrar a  jornada de trabalho do seu colaborador externo corretamente e com segurança.

Para isso, use a tecnologia a seu favor. O Auvo, aplicativo de gestão de equipes externas, pode te ajudar.

Você vai poder monitorar os funcionários apenas em horários pré-determinados e totalmente customizáveis.

Além de poder cadastrar jornadas de trabalho personalizadas para cada categoria de funcionário, incluindo intervalos para almoço e outras pausas, tudo conforme a nova legislação trabalhista.

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

Os 5 maiores erros de quem faz gestão de equipes externas

Os 5 maiores erros de quem faz gestão de equipes externas

De tanto ouvir os nossos gestores se queixarem de problemas com o controle e gestão das equipes externas, reuni todas as informações em comum, e resolvi fazer esse post aqui no blog.

Vamos te ajudar a solucionar esse empecilho. Tenho certeza que você vai se identificar com alguma dessas questões.

1. Desvio da equipe na rua

O brasileiro já tem a fama de ser desonesto, e com a liberdade do serviço externo, os indícios pioram ainda mais.

Quando falo em ser desonesto, quero enfatizar o desvio de objetivo na rua, e até coisas mais frequentes, como, o atraso na chegada ao cliente, a não execução das tarefas de visita dentro das normas determinadas pela empresa, entre outros problemas que podem ocorrer.

A indisciplina gera retrabalho, e quando uma equipe é indisciplinada fica difícil corrigir só com diálogo.

Roteirizar sua equipe se torna uma tarefa de suma importância, não só pela desconfiança.

Outro tópico importante é que com a localização do colaborador, você será capaz de planejar visitas de última hora para quem estiver mais perto, possibilitando o funcionário fazer mais visitas dentro da sua rotina.

2. Falta de organização no roteiro

O principal objetivo de roteirizar sua equipe de campo é definir a melhor rota dos funcionários externos para evitar desvios desnecessários e assim automatizar as atividades e fazer com que sua empresa economize no reembolso de combustível.

O ideal seria usar a roteirização através de um software, que te ajudaria a saber exatamente onde estão seus técnicos em tempo real,  e como já citamos, fica melhor para marcar visitas de ultima hora para o técnico que estiver mais perto, e para calcular o trajeto de um ponto a outro.

Mas não é apenas isso, vou citar aqui mais alguns pontos onde a ferramenta de roteirização de tarefas pode te auxiliar no planejamento de atividades:

  • Redução do tempo na programação e na realização de atendimentos;
  • Redução da distância total percorrida pela sua equipe;
  • Otimização da utilização de veículos;
  • Economia com combustível.

O Auvo te ajudará nesse ponto de planejamento e organização da sua equipe externa. Aqui vai algumas: Calcular o consumo de combustível, distribuir as tarefas, controlar a rota.

3. Excesso de papéis (formulários, ordem de serviço, relatórios)

Na maioria das empresas menores, de serviços técnicos, a documentação dos serviços é feita por ordens de serviço em papel, os relatórios de visita técnica são feitos através de formulários impressos, e a pesquisa de satisfação da mesma maneira.

Isso toma muito tempo tanto do técnico quanto do gestor, e essa informações correm o risco de se perder.

Por isso a importância de ter o relatório de atividades digital.

  • Facilita na hora de procurar informações mais antigas
  • Através de um relatório digital as informações serão preenchidas com mais facilidade e o histórico do cliente ficará salvo com mais segurança.
  • O cliente pode ter acesso às informações das atividades executadas via email

4. Ter certeza que a visita aconteceu

O check-in check-out vai te mostrar o tempo de cada visita, isso tem uma grande importância, pois vai te proporcionar saber qual o tempo de duração do funcionário em cada visita. Isso indicará a produtividade dele.

Mas você sabe a importância disso?

Para quem trabalha com equipes externas, ter a certeza que o funcionário está cumprindo com o combinado e atendendo as necessidades do cliente é o ponto principal.

5. Falta de produtividade

Medir a produtividade da sua equipe em campo é essencial.

A falta de métrica faz com que o gestor use a intuição para fazer a equipe crescer e evoluir, só que a intuição está sujeita a erros.

O mais importante a se fazer é definir o que se faz mais essencial para a otimização da produtividade da sua equipe.

Como por exemplo:

  • Quantidade de visitas feitas no dia;
  • Duração das visitas;
  • Pontualidade;
  • Quilometro rodado;
  • Feedback dos clientes sobre o atendimento;

Essas informações vão te mostrar com clareza o motivo de alguns funcionários baterem a meta e outros não.
É só compará-los individualmente, logo, você irá observar as métricas de quem está conseguindo atingir o planejado.

O papel do gestor é orientar cada técnico, para o crescimento da equipe.

Bônus – Pesquisa de satisfação

O feedback do cliente é o ponto essencial para o crescimento da sua empresa!

Através da pesquisa de satisfação você consegue direcionar seus investimentos a fim de atrair novos clientes.

Daí a importância de também ser digital, assim você tem a possibilidade de ver com mais facilidade quais são os pontos mais criticados.

Nela deverá ter algumas perguntas básicas, para que você tenha as respostas que você deseja:

  • A visita foi satisfatória?
  • Houve algo que não foi do agrado do cliente?
  • Se sim, o que não agradou?
  • Pesquisa de NPS

A Pesquisa de NPS, conhecida com certeza pelos nossos leitores, pois sempre falamos da importância dela, porque é nela que você vai ver se o cliente realmente gosta do seu serviço, se indica, ou se teve uma experiência ruim.

Talvez você já tenha se acostumado a conviver com essas dores e isso não lhe incomode tanto. Talvez você esteja acomodado.

Mas se você estiver inconformado com essas dores e quiser ajuda, a tecnologia é a sua maior aliada.

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

4 atividades essenciais para um gestor de Trade Marketing

4 atividades essenciais para um gestor de Trade Marketing

Gestores, em todos os segmentos de mercado, possuem inúmeras atribuições e devem tomar muito cuidado para não perderem o foco no que realmente é importante.  No Trade marketing essa regra também é verdadeira.

Para te ajudar a organizar a sua rotina de trabalho de monitoramento e execução das atividades que realmente interessam nós separamos 4 das 10 funções mais importantes que um gestor de trade marketing deve conhecer:

1. Gerenciar os investimentos

  • Muitas vezes nos pegamos sem saber qual canal de vendas está nos trazendo lucro.Para solucionar isso algumas práticas são indispensáveis: É necessário ter consciência do espaço que você acordou com o seu PDV e também fazer um acompanhamento minucioso desse espaço.É bastante comum, nos pontos de vendas, outras marcas invadirem espaços indevidos(como o seu por exemplo) e isso é sinal de que a organização desse canal de vendas não é muito competente.Caso você esteja fazendo um bom monitoramento disso e já tenha alertado a organização da loja disso que está acontecendo, mas mesmo assim ela ainda não resolveu esse problema, é um sinal de que aquele investimento pode estar te gerando mais custos do que lucros, já que, o espaço que você acordou com a loja é diretamente proporcional às vendas do seu produto, e aquele canal não tem comprometimento como acordo que fez com a sua empresa.
  • Você sabe qual o seu produto mais vendido em cada um dos seus canais de venda?Se a sua resposta for não, saiba que você pode estar perdendo muito dinheiro.Bom, quando falamos em investimento precisamos pensar em tudo, literalmente tudo que pode atrapalhar o seu ROI (retorno sobre investimento).Em cada PDV podem existir divergências de vendas, um produto que é muito bem vendido em um PDV A, pode não ser no PDV B.E como esse conhecimento pode te ajudar?Conhecendo bem a saída de seus produtos você pode direcionar melhor o seu dinheiro. Imagine!

    Você possui em um PDV 1 quatro produtos diferentes (A, B, C e D) e no PDV 2 você tem apenas três (A, C e D). No PDV 1 as vendas do produto D não estão boas, já no PDV 2 elas estão ótimas.

    Então, será que não seria melhor investir em mais espaço para o produto D no PDV 2 e diminuir o mesmo investimento no PDV 1?

  • Complementando o ponto anterior, você também precisará saber qual o produto que te traz mais retorno, pois é muito comum o produto que é mais vendido não ser o que tem o melhor ROI. Então, fechando o raciocínio, é fundamental descobrir, além de qual produto é o mais vendido, qual me traz mais retorno.A partir dessas informações o seu controle sobre os investimentos nos canais de venda será bem melhor.

Lembre-se:

É prioridade monitorar os indicadores que irão dizer se o ROI(retorno sobre investimento) de um canal de venda está positivo ou não.

Para cada gestor as KPIs(indicadores) usadas para esse monitoramento podem variar, por isso, você tem que estudar bem o seu negócios, conhecer suas demandas e estabelecer quais números são mais importantes para o seu empreendimento.

 

2. Calendário de atividades nos PDVs

Para otimizar o tempo e o trabalho dos promotores de vendas e para ficar por dentro de como andam as gôndolas nos PDVs, os gestores podem criar calendários de atividades.

Nestes calendários estará descrita a rotina de tarefas de cada promotor. Com a roteirização das atividades, diminuímos o tempo de procrastinação e aumentamos a produtividade.

 

3. Monitorar as gôndolas nos PDVs

Na maioria das empresas, os gestores não têm contato direto com as gôndolas do PDV, mas eles devem ter pelo menos uma noção de como cada uma está, se os produtos estão bem posicionados, bem organizados ou se o espaço está sendo invadido por outros produtos.

No ponto anterior já falamos de uma prática que ajuda no monitoramento de gôndolas (Calendário de atividades nos PDVs), mas agora explicaremos mais uma técnica.

Para ajudar seus promotores no processo de monitoramento você pode criar um manual contendo as especificações necessárias de como as gôndolas devem ser organizadas, ou seja, os promotores terão mais segurança para monitorar os PDVs, já que, agora eles sabem exatamente o que seus gestores querem.

 

4. Conhecer ao máximo seus clientes

Com certeza você deve conhecer a expressão “O cliente é rei”.

Ela é uma afirmação bem simples, mas quando paramos para interpretá-la a partir de um ponto de vista de marketing e vendas, iremos perceber que ela não é uma frase tão simples assim, e para aplicar tudo que essa expressão carrega é bem mais difícil do que parece.

Bom, vamos começar um raciocínio pensando o seguinte: Imagine sua gôndola em um supermercado como o Carrefour!

Centenas de marcas em um mesmo lugar, vários concorrentes para cada um de seus produtos expostos e milhares de pessoas passando em frente às gôndolas.

Por que será que uma pessoa que passa em frente a inúmeros produtos escolhe o seu ou o de outra marca?

A resposta para essa pergunta nunca será 100% correta, mas existem alguns meios de aproximarmos ela desses 100%.

Um deles seria observar como é o comportamento das pessoas perante a sua gôndola, a partir disso já é possível tirar algumas informações relevantes como: As pessoas olham para a minha marca?; Quanto tempo elas passam analisando o meu produto e dos meus concorrentes antes de comprar?; As pessoas desistem de comprar meu produto? Quais são os possíveis motivos?; Quais são os meus concorrentes diretos?…

Essas informações servirão para que você possa conhecer um pouco melhor o comportamento de compra do seu consumidor e assim otimizar a exposição dos seus produtos para ele.

Enfim, essas 4 dicas são essenciais para que a gestão do seu PDV seja excelente. Mas atenção, elas não são as únicas, ainda faltam 6 atividades. Fique ligado no blog da Auvo, logo estaremos trazendo as outras 6 dicas que irão potencializar seus conhecimentos de Gestão de Trade Marketing.

Gabriel é CEO da Auvo e já ajudou mais de 1500 empresas a aumentarem a produtividade da sua equipe de campo. Além disso gerenciou equipes externas durante 7 anos e sabe bem as dores de um gestor.

Que tipo de gestor é você?

Que tipo de gestor é você?

Clássico, inspirador, analítico ou colaborativo, qual tipo de gestor é você?

Liderar projetos não é um papel fácil e a forma como lidar com as pessoas faz toda a diferença para um resultado legal ou não.

Conheça os perfis abaixo e obtenha dicas caso você se identifique com algum deles.

1. Gestor Clássico

O gestor clássico é o mais encontrado em grandes corporações. Ele é aquela pessoa com um foco comercial muito aguçado, mesmo que ele faça parte de outras equipes ele sempre pensa de forma comercial.

Isso faz dele um líder nato. Gestores clássicos são altamente competitivos e esperam o mesmo comportamento da sua equipe.

Ele possui grande facilidade de dar feedbacks e dificilmente um membro da equipe não sabe o que seu chefe pensa sobre o trabalho dele.

Embora o gestor clássico tenha sua equipe na mão, nem sempre ele fornece todas as informações a cerca de um novo projeto para sua equipe.

Isso ajuda colaboradores criativos, porém nem todo mundo é assim, algumas pessoas precisam que tudo seja detalhado para trabalharem melhor.

Se você se encaixa nesse tipo de gestor, procure sempre conhecer o perfil de cada membro da equipe para que você possa ajuda-lo da melhor maneira possível.

2. Gestor Inspirador

Se você é um gestor inspirador você é aquele tipo de pessoa que valoriza a criatividade e incentiva seus colaboradores a desbravarem novos caminhos.

Você adora novas ideias e é capaz de defende-la com todo o seu poder de persuasão para que ela seja executada.

Você está pessoalmente ligado aos sonhos e aspirações de todos os membros de sua equipe e sempre que pode dá dicas e conselhos para todos eles. Isso faz de você uma pessoa muito querida pela sua equipe.

Contudo você possui uma grande dificuldade de focar em seus projetos e frequentemente abandona uma ideia com a mesma velocidade com que a abraçou.

Isso pode causar alguns problemas com funcionários excêntricos e diminui sua credibilidade com sua equipe.

Procure estabelecer critérios para novos projetos e, mesmo sendo o tipo de gestor inspirador, aprenda a dizer a palavra “não” algumas vezes.

3. Gestor Colaborativo

Se você é um gestor colaborativo você é aquele tipo de pessoa que assume qualquer risco pela sua equipe.

Está sempre pronto para ajudar no que for necessário e muitas vezes até executa as tarefas operacionais com sua equipe.

É ótimo em promover rotinas de trabalho produtivas além de sempre estar pronto para falar com sua equipe sobre qualquer assunto.

Porém tome cuidado para não assumir responsabilidades demais por eles, deixe que eles também corram algum risco.

Isso fará com que sua equipe seja comprometida e se engaje mais na solução de problemas ao invés de trazer mais dor de cabeça.

4. Gestor Analítico

 Você comanda sua equipe de forma exemplar, com um planejamento muito bem feito e detalhado. Você é o tipo de gestor que raramente é pego de surpresa.

Seus funcionários sabem exatamente o que esperar de você e como serão conduzidos durante um projeto.

Você sempre faz uma análise fria se vale ou não a pena investir nas ideias dos colaboradores.

Você não possui nenhuma dificuldade em repreender algum comportamento ou resultado que você não ache vantajoso para sua equipe.

O gestor analítico deve procurar buscar o ponto humano do erro, nem sempre broncas e cobranças são só que é necessário para sua equipe seguir em frente, muitas vezes é importante que seja feita uma avaliação completa do trabalho e do motivo que levou ao erro.

Conclusão

Não existe um tipo de gestor melhor ou pior, todos eles possuem vantagens e desvantagens que devem ser trabalhadas.

Outro ponto importante é que dificilmente você será apenas um tipo, nós somos seres humanos e é bastante provável que você se identifique com mais de um tipo de gestão.

Procure sempre corrigir seus erros e seguir em frente com sua equipe, mesmo que seja lentamente.

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Gabriel é CEO da Auvo e já ajudou mais de 1500 empresas a aumentarem a produtividade da sua equipe de campo. Além disso gerenciou equipes externas durante 7 anos e sabe bem as dores de um gestor.