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3 dicas para um checklist de manutenção preventiva eficiente

3 dicas para um checklist de manutenção preventiva eficiente

Um checklist de manutenção é uma ferramenta que auxilia na checagem de pontos primordiais da rotina de manutenção, que possam evitar danos futuros dos equipamentos e, consequentemente, prevenir gastos desnecessários.

Em outras palavras, se trata de uma lista de itens que devem ser checados, reparados e inspecionados nos equipamentos que forem visitados pelos colaboradores.

Existem vários tipos de manutenção (que você pode entender melhor lendo este artigo), porém, nesse texto vou dar dicas para um checklist de manutenção preventiva, especificamente.

Como torná-lo mais eficiente? É o que você aprenderá lendo esse artigo.

Quando dizem até a exaustão que é melhor prevenir, não é apenas um modo antigo de dizer.

Prevenir faz parte do planejamento de organizações responsáveis que desejam excelência e entregar sempre a melhor prestação de serviços do mercado.

Mas afinal, porque um checklist de manutenção preventiva é tão importante? Vamos esclarecer.

A importância de um checklist de manutenção preventiva

Já aconteceu do seu colaborador acabar de sair de uma visita, e pouco tempo depois, o cliente solicitar novamente algum reparo?

Isso pode acontecer por causa da falta de previsibilidade de danos dos equipamentos.

Um checklist de manutenção preventiva visa garantir a eficiência do trabalho, aumentar a vida útil dos equipamentos, e também, prever danos futuros.

Ao identificar um padrão de irregularidades, será possível fazer um planejamento preventivo, evitando as manutenções de urgência.

Percebe a importância de um checklist de manutenção preventiva? Ele vai muito além da manutenção propriamente dita, trata-se da imagem da sua empresa, da eficiência que ela transmite.

Afinal, não basta dizer que é muito eficiente na prestação de serviços, é preciso ser.

E como a sua organização pode fazer isso?

Listei algumas dicas que lhe ajudarão no processo de criação e execução do seu checklist de manutenção preventiva, para elevar os seus níveis de eficiência.

Dica 1 – Verifique com a produção

É muito comum, durante o planejamento de manutenção, analisar os dados do histórico das manutenções realizadas.

Isso auxilia a verificar as tendências que os defeitos seguem, como: em quanto tempo as ações repetem, se as intervenções surtiram efeito positivo, qual o intervalo entre as falhas, entre outros.

Com essas informações é possível entender os caminhos do tempo de vida útil do equipamento ou da máquina. É uma premissa utilizada para planejar o cronograma de manutenção que pode ser utilizada para melhorar o seu checklist.

Sendo assim, sugiro que faça reuniões com a equipe de produção.

Provavelmente, a equipe de produção ajudará a entender as dificuldades no uso do equipamento ou da máquina, e assim, indicar caminhos para otimizar o atendimento e os pontos que merecem atenção no seu checklist de manutenção preventiva.

Falando em produção, a interação entre os departamentos de manutenção e produção podem ser muito positivas para sua organização. Eles se completam nas funções que desempenham, e o resultado dessa integração com certeza é positivo.

Essa dica ajudará a esclarecer as etapas que precisam ser lembradas, mas além disso, é preciso pensar na manutenção preventiva de forma estratégica, como veremos no próximo tópico.

Dica 2 – Seja estratégico

A manutenção preventiva faz parte dos indicadores chave de performance, ou seja, são dados que indicam fenômenos relacionados à prestação de serviços.

E no caso da manutenção preventiva, trata-se de dados que indicam falhas ou quedas no desempenho baseado no intervalo de tempo, chamada de TBM (Time Base Maintenance).

Ao utilizar um checklist de manutenção preventiva, você estará empregando uma das estratégias mais utilizadas atualmente no segmento da manutenção.

Por isso, a estratégia é a seguinte: determinar os intervalos de tempo entre as visitas de forma assertiva.

Geralmente, ao definir um cronograma, muitos gestores colocam um intervalo de tempo menor do que deveriam e acabam trocando peças ou realizando outras atividades que naquele momento são desnecessárias.

Porém, definir esse intervalo de tempo é uma tarefa muito complexa, pois, cada equipamento/ máquina possui a sua própria particularidade e assim, intervalos diferentes.

Então, o que fazer?

Acredito que seja possível chegar a um intervalo de tempo aproximado do ideal, mas para isso, existem alguns pontos que devem ser considerados, como:

  • Documentar as observações feitas por seus colaboradores. Saber exatamente os problemas ou as necessidades de cada ativo, ajudará no processo de determinação do tempo.
  • Divida a máquina em grupos conjuntos que possuem comportamentos semelhantes. Isso facilitará a entender o comportamento de diferentes conjuntos que a formam.
  • Pense em pontos de manutenção para cada conjunto que você separou e anote para anexar ao seu checklist.

Percebe que não é algo para ser feito do dia para noite? Para determinar o tempo correto entre as manutenções preventivas é preciso observar e empregar diferentes decisões de acordo com o cumprimento do seu plano de manutenção.

Falando no plano, ele influencia (e muito!) em um checklist de manutenção eficiente.

Dica 3 – Revise do plano de manutenção

Não é possível separar o checklist de manutenção do planejamento de manutenção.

Um está ligado ao outro, pois se complementam, e atuação de um afeta o desempenho do outro!

Por isso, se você não está familiarizado com um plano de manutenção preventiva, dê um olhada nesse artigo.

O plano de manutenção precisa sempre ser revisado, por que  ele se torna a medida de excelência da sua gestão.

A cada manutenção preventiva que for feita, será possível detectar pontos do seu plano e checklist de manutenção que podem ser aperfeiçoados e assim realizar modificações no seu planejamento.

Como revisar o seu plano de manutenção?

Acredito que alguns pontos devem ser levados em consideração, como:

  • Considerar o histórico de manutenções preventivas, desde a última visita ou do último ano;
  • Analisar a produtividade dos colaboradores que seguiram o plano de manutenção vigente, e considerar se foi satisfatório ou se necessita de modificações;
  • Considerar as peças, o tempo e o custo gasto no plano atual;
  • Checar o estado das máquinas e equipamentos, e assim pensar no melhor intervalo de tempo para otimizar as preventivas

Esses são alguns dos pontos que podem ser revisados no seu plano de manutenção e também, no checklist de manutenção preventiva.

Tenha consciência que é um trabalho constante de atualização e mudanças para que seu checklist seja realmente eficiente.

Essas foram as dicas para ajudá-lo a ter mais eficiência no seu checklist de manutenção preventiva!

Perceba que algumas delas atuam de maneira indireta na capacidade de verificação do seu checklist, mas são muito importantes no processo!

Caso, você ainda não fez o seu primeiro checklist de manutenção preventiva, e não sabe nem por onde começar, aqui vai um dica extra:

Afinal, como fazer um checklist de manutenção preventiva?

Falamos sobre várias maneiras de tornar o checklist mais eficiente, mas como fazer um checklist?

Tenha em mente que, a grosso modo, um checklist de manutenção preventiva se trata de um formulário que seu colaborador preencherá para verificar o estado da máquina ou equipamento na manutenção.

Por isso, no primeiro checklist, você terá que imaginar o que pode ser verificado, e com o passar do tempo acrescentar o que sentir necessidade.

Aqui estão alguns exemplos que podem ser contemplados no seu checklist de manutenção preventiva:

Checklist preventivo para aquecimento, ventilação e ar condicionado

Verificação das conexões; limpeza periódica das aberturas e filtros de mudança; limpar gabinete da unidade interna; limpar mangueira de drenagem; verificar isolamento da tubulação entre as unidades; verificar travamento da tubulação; verificar suporte; verificar capacitores, entre outros.

Checklist preventivo para equipamentos industriais

No segmento industrial pode ser dividido em áreas: mecânica, lubrificação, elétrica e segurança.

Mecânica: verificar cabos, correias, peças soltas e mangueiras e fazer a troca se necessário;

Lubrificação: verificar se todos os equipamentos estão lubrificados como deveriam, como bicos, correntes, cames, recipientes, pistolas de graxa. Verificar também se mangueiras e tubos de lubrificação estão danificados.

Elétrica: realizar uma avaliação elétrica dos painéis, fontes e cabos de energia.

Segurança: certificar se todas normas de segurança do trabalho estão sendo cumpridas.

Checklist preventivo para edifícios comerciais e residências

Verificar os extintores de incêndio, inspeção das calhas, janelas, caixilhos, tapumes e coberturas; verificar tomadas, interruptores de luz, tetos, paredes e rodapés.

Espero que esses exemplos possam lhe ajudar a montar o seu próprio checklist de manutenção preventiva!

Você acrescentaria quais itens nessa listagem? Já fez um checklist de manutenção preventivo? Compartilhe conosco!

Lorrayne é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos que ajudem os gestores a formar uma equipe externa de alta performance.

Manutenção preditiva, preventiva e corretiva: entenda a diferença entre elas!

Manutenção preditiva, preventiva e corretiva: entenda a diferença entre elas!

É muito importante saber a diferença da manutenção preditiva, preventiva e corretiva e, além disso, quando usar cada uma delas.

Uma empresa, quando trabalha com prestação de serviços, não pode deixar de dar atenção especial para as manutenções.

A ideia é economizar e reduzir custos, para que a sua empresa gaste apenas com bons investimentos e não em erros que podem ser previstos.

Acompanhar frequentemente o funcionamento de máquinas, equipamentos e peças é um método muito eficaz para prevenir possíveis interrupções nas linhas de produção.

Assim, é possível notar como a gestão da manutenção é importante. E para que ela aconteça de forma eficaz, é necessário entender a diferença entre manutenção preditiva, preventiva e corretiva.

Se você possui essa dúvida, basta continuar lendo esse artigo!

Tipos de manutenção

É muito importante entender como as manutenções se dividem, para que o gestor não erre e saiba qual é a melhor a ser aplicada, no momento e no equipamento correto.

Na figura abaixo, temos a seguinte estrutura:

Os tipos de manutenção podem se dividir em:

  • Manutenção Planejada, que se subdivide em preditiva, preventiva e corretiva;
  • Manutenção Não Planejada.

Para que não fiquem dúvidas, vou te explicar quais são os tipos de manutenção na prática e qual a diferença entre elas.

Manutenção Preditiva

A manutenção preditiva é o acompanhamento periódico de equipamentos ou máquinas, através de dados coletados por meio de inspeções.

As técnicas mais comuns utilizadas para manutenção preditiva podem ser: análise de vibração, ultrassom, inspeção visual e outras técnicas de análise não destrutivas.

Trata-se de um processo que diz o tempo de vida útil dos componentes das máquinas e equipamentos e as condições para que esse tempo de vida seja bem aproveitado.

Ela pode ser comparada a uma inspeção para acompanhar as condições dos equipamentos.

Os objetivos em fazer a manutenção preditiva, são:

  • Determinar, antecipadamente, a necessidade de manutenção de uma peça, ferramenta ou máquina;
  • Eliminar desmontagens desnecessárias para inspeção;
  • Aumentar o tempo de durabilidade dos equipamentos;
  • Reduzir o trabalho de emergência não planejado;
  • Impedir o aumento de danos.

Por meio desses objetivos, é possível concluir que a manutenção preditiva possui uma finalidade maior: reduzir custos de manutenção e aumentar a produtividade dos colaboradores.

Manutenção Preventiva

A manutenção preventiva tem como objetivo principal a prevenção de uma falha ou quebra no equipamento, além de diminuir a velocidade de desgaste das máquinas e aparelhos.

Logo, ela é uma intervenção prevista, preparada e programada antes do surgimento de uma falha.

Os serviços de manutenção preventiva devem ser planejados e programados, ou seja, todas as etapas do serviço a ser executado devem estar bem definidas.

Alguns exemplos de manutenção preventiva são:

  • lubrificações periódicas;
  • as revisões sistemáticas do equipamento;
  • os planos de calibração e de aferição de instrumentos;
  • os planos de inspeção de equipamentos;
  • os históricos ou recomendações do fabricante.

A manutenção preventiva também pode ser executada em função da condição do equipamento, como para reparar defeitos, reformas ou revisão geral.

Manutenção Corretiva

Como o próprio nome diz, ela serve para corrigir uma falha.

A manutenção corretiva acontece quando o equipamento já está com alguma peça irregular, apresentando mal funcionamento, e ela precisa ser substituída.

Essa manutenção pode ser necessária em duas situações: quando surge uma falha inesperada, ou então quando é detectada alguma falha que possa levar a algum problema maior futuramente.

Logo, podemos dividir a manutenção corretiva em dois sub-tipos: a corretiva planejada e a corretiva não planejada.

A manutenção corretiva planejada, nada mais é do que o acompanhamento de uma máquina, com finalidade de corrigir algum erro que virá a aparecer. Tudo aqui é planejado.

A manutenção corretiva não planejada, acontece após a identificação de algum erro ou problema. Esse tipo de manutenção implica em custos altos, em relação a manutenção corretiva planejada.

Porém, a manutenção corretiva pode ser usada também como uma forma eficiente de evitar o retrabalho, afinal, ela diminui o tempo de execução da tarefa e evita quebras de produção inesperadas.

Diferenças entre manutenção preditiva, preventiva e corretiva

Agora que você aprendeu quais são os tipos de manutenção e como aplicá-las da melhor maneira na sua empresa, vou te explicar a diferença entre cada uma delas.

E, assim, não haverá mais dúvidas. Vamos lá?

Manutenção Preventiva x Corretiva

Sabemos que a manutenção corretiva é realizada normalmente após a ocorrência de uma falha ou incapacidade produtiva de um equipamento ou instalação.

Uma porcentagem significativa desses danos pode ser evitado se o gestor de manutenção levar em consideração a manutenção preventiva desses equipamentos.

A manutenção corretiva possui maior impacto financeiro do que a manutenção preventiva.

Uma vez que pode implicar a suspensão prolongada da atividade das máquinas e equipamentos, podendo mesmo levar à indisponibilidade de uma linha de produção, ou outro serviço.

A principal vantagem de ter um plano de manutenção preventiva é poder prevenir todas essas situações, substituindo os componentes usados no prazo certo, preservando e restaurando todas as peças necessárias.

Para isso, o gestor deve organizar em uma planilha, ou em outra ferramenta, as principais métricas e informações que ele precisa acompanhar para realmente conseguir executar um ótimo planejamento:

  • Melhorar o estado técnico e operacional dos equipamentos;
  • Reduzir a degradação e os riscos de degradação dos equipamentos;
  • Programar os trabalhos de prevenção;
  • Realizar os reparos em condições favoráveis à operação;
  • Reduzir custos;
  • Prolongar a vida dos equipamentos.

Um plano de manutenção preventiva é ideal quando o gestor de manutenção consegue evitar qualquer defeito nos seus equipamentos, ou consegue prever e programar para que essa falha tenha o menor impacto possível no cliente.

Manutenção Preventiva x Preditiva

A manutenção preventiva, como já falamos, é programada e ocorre em um tempo pré-determinado, permite a identificação precoce de problemas, reduz as necessidades de despesas e permite um melhor planejamento dos orçamentos.

Na manutenção preditiva os programas são baseados no estado real do equipamento e na determinação de quando a manutenção deve ser realizada para minimizar os custos.

A diferença é que a preditiva faz uso de técnicas e equipamentos como ultra-som e câmeras termográficas, que fazem a manutenção preditiva ser uma alternativa viável em determinadas circunstâncias.

Manutenção preditiva x corretiva

O problema de contar apenas com a manutenção corretiva, é que, com o equipamento ou veículo estragado, a empresa deixará de ter lucros durante o tempo em que ele permanecer inativo para reparos.

Já a manutenção preditiva vem para prevenir isso, juntamente com a preventiva.

Ela vai mostrar ao técnico onde está a falha ou onde pode ocorrer especificamente, pois utiliza de técnicas, como ultrassons, análise de vibrações, entre outros, como citado anteriormente.

Quando se faz a gestão da manutenção, claramente, o trabalho será um pouco mais intenso para todos, mas os resultados com certeza serão potencializados.

No final de tudo, a manutenção preditiva, preventiva e corretiva são essenciais para a execução de um bom trabalho tanto da equipe quanto do gestor.

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

Gestão da manutenção: por que e como fazer?

Gestão da manutenção: por que e como fazer?

Sabe aquele velho ditado que diz “é melhor prevenir, do que remediar”? Basicamente é por isso que a gestão da manutenção na sua empresa deve ganhar atenção.

Ao invés de ser pego de surpresa com algum erro ou problema que prejudicará o trabalho e a produtividade dos colaboradores, você monitora toda a estrutura para que ela aconteça corretamente.

Afinal de contas, antecipar-se ao surgimento de problemas é o principal caminho para contar com uma manutenção sem falhas e garantir mais lucro para a empresa.

Pensando nisso, fiz esse artigo para te mostrar a importância da gestão da manutenção e como fazer para que ela aconteça corretamente. Vamos aprender?

O que a gestão da manutenção significa para a sua empresa?

Primeiramente, é importante você saber que a gestão da manutenção nada mais é do que supervisionar regularmente o funcionamento de máquinas, equipamentos, instalações etc.

Quando isso acontece, problemas como: paradas obrigatórias por conta de equipamentos quebrados ou desperdício de dinheiro em procedimentos de manutenção pouco eficientes são evitados.

Um dos principais objetivos de gerenciar a manutenção na sua empresa é que você programa o trabalho de forma eficiente, a fim de controlar os custos e garantir que o serviço seja de qualidade.

Quando a sua empresa não faz a gestão da manutenção se depara com diversos problemas, como:

  • Aumento de custos com o maquinário, ferramentas e manutenção;
  • Queda no lucro;
  • Aumento do risco de acidentes de trabalho;
  • Insatisfação dos clientes por conta, por exemplo, do atraso na entrega do trabalho;
  • Atraso nas produções.

O maior contratempo de empresas que não praticam as manutenções regularmente é se prontificar a fazer algo apenas quando há uma manutenção de emergência, o que gera um custo muito mais elevado.

Sendo assim, o principal motivo para que a gestão da manutenção seja aplicada na sua empresa é a garantia de que os processos estejam sempre funcionando e a sua equipe se mantenha focada e produtiva.

Os tipos de manutenção

Como agora você sabe a importância de gerir a manutenção da sua empresa, é importante conhecer os principais tipos de manutenções.

Os termos podem parecer confusos por serem parecidos, mas você vai ver que na prática não é bem assim.

A Manutenção Planejada se divide em: Preventiva, Preditiva e Corretiva:

Manutenção Preventiva

É aquela feita para reduzir e evitar falhas no equipamento.

Ela envolve tarefas como: inspeções e substituições de peças, ou reformas das máquinas. Ela também ajuda a monitorar o desgaste natural dos equipamentos. Ou seja, a sua empresa fica prevenida.

Manutenção Preditiva

Esse tipo de manutenção é feita como medida para analisar, através de dados ou instrumentos específicos, o desempenho de cada máquina ou equipamento.

Esses dados ajudam a prever a deterioração dos equipamentos, o que possibilita a antecipação de possíveis falhas que podem prejudicar o funcionamento.

Manutenção Corretiva

Como o próprio nome já diz, ela serve para corrigir alguma falha.

Uma vez que a falha é esperada, ela se torna essencial para que já seja possível planejar os recursos necessários e corrigir antes que aconteça.

Esse tipo de manutenção pode ser adotada por diversos fatores positivos, principalmente para:

  • Possível parada repentina de trabalho da equipe;
  • Mais segurança para a empresa e para o colaborador;
  • Melhorar o planejamento dos serviços.

Ficou curioso para saber mais sobre os tipos de manutenção? Nós temos um material que explica quais as diferenças entre elas, basta clicar aqui para aprender mais!

Agora que você já sabe como e o porquê de fazer a gestão da manutenção, vou te explicar as vantagens em gerir as manutenções como parte importante na sua empresa e como isso te ajuda com a redução de custos!

Vantagens em gerir a manutenção

Entender a teoria sobre o que é a gestão da manutenção e como fazer com que a gestão tenha excelência, não é algo totalmente difícil.

O mais importante é entender a dimensão da importância desse processo para empresas, como a sua.

Por isso, resolvi finalizar esse artigo listando as vantagens em gerir a manutenção para que você comece agora mesmo, otimize os seus processo e lucre ainda mais!

1. Eficiência no trabalho

A gestão da manutenção é essencial para o sucesso e a eficiência no trabalho de qualquer colaborador e empresa, afinal, manutenções mal organizadas podem atrasar a sua empresa e seus colaboradores.

Por exemplo, já pensou no tempo em que o seu colaborador vai gastar corrigindo o problema de uma máquina grande ao invés de se dedicar ao que realmente importa?

Com um bom planejamento dos processos da empresa, o trabalho do seu colaborador, e o seu também, se torna ativo e eficaz!

2. Melhorar o agendamento de tarefas

Imagine só: sua empresa necessita de uma máquina de transporte para transportar os produtos para o caminhão, por exemplo, mas as duas estão necessitando de manutenção.

E agora?

Bom, quando você faz a gestão da manutenção das suas máquinas eficientemente e fica por dentro dos prazos, consegue priorizar as manutenções mais importantes, e exemplos como esses podem ser evitados.

O agendamento de tarefas pode ficar muito mais fácil quando você fica por dentro dos processos e as atividades que os seus colaboradores precisarão executar. 

3. Controle de custos

Quando você tem uma boa gerência da manutenção na sua empresa, os custos são claramente reduzidos.

Afinal, você conta com um processo muito mais transparente, no qual pode prevenir uma manutenção, evitando erros e estragos.

A manutenção preventiva é um bom exemplo de como isso acontece e como os custos podem ser reduzidos ao ser aplicado.

Como você pôde ver, a gestão de manutenção na sua empresa é extremamente importante e eficaz!

E é importante começar a implementar as dicas na sua empresa, já que você está por dentro do assunto e já sabe como fazer.

Não perca mais tempo, tampouco dinheiro, e controle os seus custos.

Mas lembre-se de sempre buscar maiores informações para realizar essa melhoria na sua empresa de forma segura e eficaz!

Agora que você já sabe tudo sobre gestão de manutenção e como aplicar na sua empresa, o que está esperando para oferecer mais eficiência para os seus colaboradores e agradar os seus clientes?

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

Manutenção corretiva planejada: evite o retrabalho

Manutenção corretiva planejada: evite o retrabalho

No artigo de hoje, vou te mostrar diversas formas de evitar o retrabalho usando a manutenção corretiva planejada ao seu favor.

Além de ajudar o seu colaborador, também poupa tempo e obtém mais confiança para a sua empresa.

Quantas vezes você já passou pela seguinte situação: o serviço foi dado e executado pelo seu colaborador e você pensa que tudo ocorreu bem, mas de repente é informado que o trabalho foi feito pela metade, ou pior, não foi efetuado da maneira correta e o seu colaborador terá que refazê-lo.

Bom, isso é o que chamamos de retrabalho e que, com certeza, você deve evitar ao máximo.

E agora, eu vou te mostrar como evitar que isso ocorra.

Tenha sempre um planejamento de manutenção

Sim, mais uma vez o planejamento aparece como ponto principal para uma boa gestão.

A manutenção corretiva planejada diminui o tempo de execução da tarefa e evita quebras de produção inesperadas (que nós sabemos que geram os maiores custos).

Um bom planejamento não é muito fácil de fazer, porém com a ajuda de ferramentas tecnológicas você consegue reduzir a quantidade de tempo gasta nessa atividade além dos custos na hora de implementar esse recurso.

Sendo assim, a manutenção corretiva planejada é ideal para prever falhas, evita danos drásticos e aumenta o tempo de eficiência de operação.

Por conta disso, o retrabalho deixa de ser um dos maiores custos da sua equipe técnica (que por si só, já tem um custo muito elevado).

Mantenha uma boa comunicação

A comunicação em uma empresa é importantíssima em todas as áreas e com todos os colaboradores.

Manter uma comunicação, e organização sobre as informações do cliente, também! Mas como ela pode te ajudar a evitar o retrabalho?

Primeiramente, você já deve saber que para manter as informações dos serviços prestados nos cliente sempre organizadas e de fácil acesso, depende de uma boa organização das suas ordens de serviço.

Para que você não se perca ou passe horas procurando em seus arquivos uma OS específica, utilizar uma planilha de ordem de serviços pode te ajudar bastante, caso sua empresa não tenha um número grande de cliente.

Com ela você consegue separar as ordens de serviço por grupos, como número das OS, por nome, data etc.

PS: Se esse não for o seu caso, ou seja, você tem muitos clientes.

A melhor opção para não perder produtividade ao organizar e consultar informações é um sistema de gestão de equipes externas. Assim, o seu colaborador consegue saber qual é o trabalho a ser executado, os equipamentos a serem utilizados, prevê o dia, hora e o que deve ser feito, além de alcançar uma maior eficiência na prestação de serviços.

Com todas essas informações, o retrabalho fica sentenciado ao acaso, mas ele nunca deixará de existir.

Quando você consegue manter todas as informações que são necessárias para a boa execução do serviço, fica muito mais fácil realizar a sua manutenção corretiva planejada.

Não tenha medo, use a tecnologia ao seu favor!

Ainda hoje, muitas empresas executam seus processos e atividades manualmente, o que causa muita confusão e desorganização da informações, ou pior, alguma informação muito importante pode ser esquecida e isso causará problemas futuros.

Para ter um bom desempenho na sua manutenção corretiva planejada não tenha medo de utilizar os recursos tecnológicos existentes, além de te ajudar com a organização, poupa tempo e isso faz com que a produtividade da sua equipe seja maior.

Empresas que possuem muitos colaboradores, por exemplo, também possuem uma série de processos e atividades a serem cumpridas.

Agora imagine: Como acompanhar todos esses processos e atividades sem deixar de fazer as suas próprias sem que tenha ajuda de uma plataforma de automatização? Já parece improdutivo só de imaginar né! Por isso, uma das formas de evitar o retrabalho é automatizando esses processos manuais.

Além de reduzir custos, suas informações e etapas de serviço ficam mais padronizadas, facilitando a organização com o uso dos recursos tecnológicos que estão disponíveis para a sua empresa.

Mesmo que os colaboradores estejam fora da empresa é preciso ter acesso às informações mais importantes, e esses dados são essenciais para a qualidade do serviço prestado. Sendo assim, um software de gestão de equipes em campo te ajuda a controlar todas essas atividades.

  • Organização das informações do cliente e do serviço;
  • Abertura de chamados técnicos;
  • Reembolso de despesas;
  • Reembolso de km rodado;
  • Plano de manutenção preventiva;
  • Manutenção corretiva planejada;
  • Evitar o retrabalho nos serviços externos.

Agora, com as informações centralizadas e padronizadas o gestor passa a ter seus processo cada vez mais eficientes e o acompanhamento em tempo real. Isso permite que os ajustes necessários sejam feitos antes mesmo da execução do trabalho e fica muito mais fácil de se planejar o próximo passo.

Capacite e confie no seu time

Reduzir o retrabalho, muitas das vezes, significa identificar se algum dos seus colaboradores está tendo um menor desempenho.

Diferenciando esse colaborador do outro, você conseguirá entender e avaliar quais pontos devem ser melhorados, isso antes mesmo da atividade ser realizada, o que te ajuda com na hora de estabelecer a melhor forma de elaborar um plano de manutenção.

Para isso, uma das melhores formas de fazer essa identificação é avaliando a forma como eles estão executando as tarefas designadas.

Acredite, o retrabalho também é algo ruim para seu colaborador, afinal, refazer um trabalho pode causar desmotivação e insatisfação, além dele perder um tempo que gastaria com outros chamados técnicos.

É muito importante ter confiança entre o gestor e o colaborador, por isso, invista em feedbacks constantes, reuniões, cronograma de trabalho. Tudo isso faz parte de um bom treinamento.

Outro ponto que você deve dar atenção é nas responsabilidades passadas aos colaboradores.

Muita responsabilidade dada à poucos colaboradores faz com que a demanda seja intensa e o trabalho mais corrido, isso afeta a qualidade do serviço prestado, e como era de se esperar, o retrabalho será necessário.

Por isso, todo o fluxo de trabalho deve ser definido anteriormente à execução do serviço. Determine separadamente apenas as tarefas que aquele colaborador consiga executar, para que cada etapa seja realizada dentro do prazo estabelecido e os resultados possam ser alcançados.

A manutenção corretiva planejada depende do seu plano de manutenção preventiva

Finalmente chegamos a cereja do bolo.

Bom, como você já sabe, um plano de manutenção preventiva nada mais é que um documento em que se registra as informações e atividades que serão realizadas durante o procedimento, bem como a verificação de regularidade, materiais e peças que serão avaliados e quem são os responsáveis pelo serviço. É muita coisa, né? Pois é.

Mas é justamente isso que irá garantir a redução de custos com material, tempo, mão-de-obra na manutenção corretiva planejada. Porque, é o plano de manutenção preventiva que permite planejar a corretiva.

Como deve ser feito esse relacionamento

Primeiramente você tem que entender porque sem esse relacionamento a manutenção corretiva planejada não existe.

A própria definição tradicional da manutenção corretiva, já é meio contraditória ao assunto que estamos tratando. Mas com a evolução dos processos de gestão e planejamento de manutenção graças a tecnologia, a manutenção corretiva pode ser planejada.

O motivo da dependência entre a manutenção corretiva planejada e o plano de manutenção preventiva, é que, com o plano (que garante análises periódicas), você terá informações precisas para correção por tempo ou desgaste.

O que isso quer dizer

As análises periódicas dirão basicamente, como está a situação do equipamento e quando ele precisará da manutenção corretiva. Ou seja, nesse momento, você acabou de planejar uma manutenção corretiva.

E assim se dá início a manutenção corretiva planejada

O plano de manutenção preventiva define as datas que haverão análises nos equipamento, e os dados contidos no relatório técnico serão o mapa para a construção de um plano de manutenção corretiva.

Isso porquê, será possível definir informações como:

Correção por tempo: depois de tanto tempo, o uso de uma peça específica se torna inviável, e por isso é necessária a correção ou substituição da mesma.

Correção por desgaste: durante a 4º análise foi documentado que a peça 14 estava com um desgaste incomum por conta de alguma situação específica. Por conta disso, será necessária a manutenção corretiva da mesma até no máximo uma semana.

E então, deu para entender a importância da manutenção corretiva planejada e como aplicá-la para evitar o retrabalho? Comente aqui e compartilhe conosco suas impressões e experiências!

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.