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Planejamento e controle da manutenção: o que é e como fazer?

Planejamento e controle da manutenção: o que é e como fazer?

Quem trabalha no setor de manutenção sabe como a organização e o planejamento é importante. Por isso, o Planejamento e Controle da Manutenção – PCM – representa um diferencial tão importante.

Bom, antes de mais nada, é importante entender o seu significado.

O PCM é um conjunto de ações que possuem o objetivo de preparar, programar e verificar os resultados das atividades de manutenção. O que faz com que medidas de correção sejam realizadas a fim de alcançar objetivos maiores.

Existem diversas ferramentas, técnicas e até métodos para que o PCM seja feito de forma assertiva na construção de táticas e estratégias para garantir o bom resultado.

No artigo de hoje, irei abordar tudo que você, gestor de uma equipe de serviços, precisa saber sobre um bom planejamento e controle da manutenção.

Benefícios do planejamento e controle da manutenção

O benefício fundamental do PCM é a redução de desperdícios. Seja desperdício de mão de obra, tempo ou materiais.

Se você não planeja qualquer atividade, seja ela ligada a manutenção ou não, com certeza está desperdiçando algum desses recursos.

Para minimizar ao máximo essa perda de tempo dentro das atividades de manutenção, o melhor a se fazer é implantar corretamente o PCM.

Pensando assim, separei 4 benefícios, dos vários, para você:

#1 Aumento da qualidade e da produção

Toda e qualquer linha de produção depende do bom funcionamento constante dos equipamentos e máquinas, para que o volume da produção se mantenha dentro do planejado.

Uma boa gestão da manutenção desempenha um papel importante nesse sentido, mas apenas atingirá exito com um PCM implementado na empresa.

Afinal, é com mais manutenções preventivas feitas e com menos corretivas, que os equipamentos se mantêm mais tempo funcionando, sem que haja problemas.

#2 Segurança

Toda empresa que trabalha com manutenção, se preocupa muito com a segurança dos seus colaboradores.

Visto que o índice de acidentes de trabalho aumenta a cada ano, o índice de acidentes causados por falhas técnicas ou operacionais é muito alto!

Na maioria das vezes, eles podem ser evitados com um planejamento eficiente.

Por isso, é essencial a implantação de um bom planejamento na empresa, onde todos saem ganhando!

#3 Redução de custos

Não seria válido falar em mudanças e planejamento sem citar a redução de custos oferecidos.

Os impactos financeiros podem acontecer em diversas áreas da empresa, alguns bons, outros nem tanto.

No caso do Plano de Controle da Manutenção, os resultados são satisfatórios. A redução de custos com o retrabalho, por exemplo, é enorme!

Sem contar com a produtividade dos funcionários que aumenta, já que o tempo com a máquina indisponível é reduzido.

E, afinal, quem não deseja ter custos reduzidos e funcionários engajados, não é mesmo?

#4 Obter indicadores de manutenção

O PCM é bastante conhecido por ser a área que implanta e monitora os KPI’s de manutenção, ou seja, os Indicadores de Performance da Manutenção.

Os principais indicadores de desempenho (KPIs) que você usa devem ajudar a entender o que os técnicos estão fazendo, como está a qualidade de manutenção em geral, como ela está ajudando o negócio e o que mais pode fazer para melhorar o desempenho operacional.

A eficiência da manutenção consiste em trazer a maior confiabilidade possível para os equipamentos e o menor risco operacional, usando o menor número de recursos.

Os indicadores podem ser de:

  • Confiabilidade da Manutenção;
  • Qualidade e tempo de execução dos serviços;
  • Custo de manutenção;
  • Previsão de falhas.

Um KPI de manutenção é vantajoso para o Planejamento e Controle da Manutenção para graduar e considerar o motivo das falhas e quando elas estão surgindo.

Coletando as causas dos reparos em categorias separadas do ciclo de vida do equipamento, você pode identificar onde concentrar seus esforços na busca pela elevação da confiabilidade.

Bom, agora que sabemos os benefícios de um Plano de Controle da Manutenção, vamos entender as suas funções.

infografico manutencao preventiva

Principais funções do PCM e benefícios

Planejamento

O planejamento consiste em um conjunto de ações que guiam para um objetivo futuro.

Planejar é decidir com antecedência para identificar fatores como custos, benefícios, cronograma e recursos necessários.

Programação

No que diz respeito à manutenção, principalmente a de equipamentos, uma programação bem feita é de suma importância.

Com ela, é possível melhorar o processo de produção, além de reduzir os custos.

Ao manter todos os equipamentos em perfeito funcionamento, a programação possibilita melhorias quanto a produtividade e a qualidade do serviço de produção.

Controle

Tudo aquilo que foi planejado, precisa de um acompanhamento, e isso é feito nessa etapa!

O controle é indispensável para que se mantenha a organização no caminho correto, assegurando que os projetos tenham continuidade.

Seja qual for a área, o controle é fundamental para a identificação de uma possível mudança nos objetivos e para uma tomada de decisão certeira.

Nessa etapa, são implementadas e analisadas várias métricas que irão validar se as estratégias traçadas pelo PCM – Planejamento e Controle da Manutenção estão corretas.

Medições ajudam você a entender melhor cada etapa do planejamento ou execução de qualquer atividade, como ela funciona e como você tem que trabalhar com ela.

A melhor forma para implementar o PCM

O processo de implantação do Planejamento e Controle da Manutenção pode mudar de acordo com o segmento da indústria ou empresa, mas o sistema será, basicamente, o mesmo.

Se fizermos uma análise da causa de todos os problemas que ocorrem dentro das empresas que ainda não fizeram a implantação do PCM, rapidamente podemos chegar a conclusão que a principal causa é a falta de informação.

Sem informação é impossível gerar dados, sem dados é impossível traçar qualquer estratégia, e isso tudo termina em: “aquilo que não se mede, não se gerencia”.

A informação é o bem mais valioso para o setor de manutenção. É através da informação que pouparemos recursos como tempo, mão de obra e consequentemente, dinheiro.

Por isso, a primeira e mais importante ação para implantar o PCM é criar um sistema para colher, tratar e analisar informações.

1. Pesquisa e coleta de dados

A principal característica que indica que a implantação do PCM da sua empresa foi falha ou inexistente é: alto número de manutenções corretivas.

Isso acontece, basicamente, por não existir manutenção preventiva, preditiva ou qualquer outro tipo de inspeção que tenha como objetivo encontrar algum erro e corrigi-lo antes que se agrave e cause uma parada na produção.

Bom, provavelmente você está pensando: é só implantar um plano de manutenção preventiva e acabar com esse contratempo.

Para montar esse plano de forma eficiente, requer uma quantidade relevante de informações do processo de produção, das máquinas e de outros diversos fatores.

Então o ponto primordial a ser feito para implantar o PCM é, primeiramente, criar um sistema para colher informações sobre as manutenções.

Dados esses que são colhidos através de Ordens de Serviços bem elaboradas e com informações verdadeiras.

O que você, como gestor, pode fazer para melhor colher essas informações, é contar com um sistema de OS que resolva esse problema na prática.

2. Gerar e analisar os dados

Após estabelecer o controle de serviços através da ordem de serviço, é chegada a hora de gerar e analisar os dados e quantificar todas as informações apontadas pelos técnicos no momento da manutenção.

Como foi dito, existem vários indicadores que podem nos mostrar a real situação do setor de manutenção, e esses indicadores são fundamentais para a implantar o PCM da forma correta e definir as suas condutas finais.

A partir dos campos de “Data/Hora de Início” e “Data/Hora de Término” da manutenção, podemos calcular 4 indicadores, especificando mais:

  1. Apropriação de Horas/Funcionário: representa a quantidade de horas que determinado funcionário ficou no equipamento;
  2. Indisponibilidade: representa o tempo em que a produção/equipamento ficou parado sem produzir;
  3. MTBF: Tempo Médio entre Falhas;
  4. MTTR: Tempo Médio para Reparo.

3. Definição de um cronograma

Com os dados, é hora de definir o cronograma para realização de manutenções preventiva e preditiva.

Todos os funcionários precisam ser conscientizados e treinados para a execução desse cronograma. De forma alguma ele pode ser ignorado.

Nele, é preciso descrever quais equipamentos estão envolvidos, as atividades a serem realizadas, quem são os responsáveis, qual o prazo para execução, detalhes do serviço, entre outros.

4. Elaborar plano de Manutenção Preventiva/Preditiva

A elaboração de um plano de manutenção geralmente não é uma tarefa difícil de fazer, mas criá-lo de forma eficaz traz alguns desafios.

Um plano de manutenção pode ser criado com o auxílio de várias ferramentas.

Algumas podem elevar ou diminuir a produtividade da construção, execução e gestão do plano.

Mas independente da ferramenta escolhida, o que é e sempre será mais importante dentro do plano de manutenção são as informações nele contidas.

Para saber, passo a passo, como fazer um bom plano de manutenção preventiva, separamos um material para você, basta clicar aqui.

5. Acompanhamento constante e revisão

Chegamos na parte final de todo o processo.

Agora que o planejamento e controle da manutenção está sendo executado da melhor maneira, é necessário acompanhar e monitorar se tudo está sendo feito corretamente.

Esse acompanhamento é necessário para saber se o serviço está sendo bem feito e identificar possíveis melhorias para adaptar.

Por isso, todos os serviços realizados devem ser revisados e reavaliados, identificado falhas e otimizando os processos.

Com todas essas dicas e com a implementação do Planejamento e Controle da Manutenção, o trabalho de manutenção ficará muito mais seguro e assertivo!

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

Manutenção preditiva, preventiva e corretiva: entenda a diferença entre elas!

Manutenção preditiva, preventiva e corretiva: entenda a diferença entre elas!

É muito importante saber a diferença da manutenção preditiva, preventiva e corretiva e, além disso, quando usar cada uma delas.

Uma empresa, quando trabalha com prestação de serviços, não pode deixar de dar atenção especial para as manutenções.

A ideia é economizar e reduzir custos, para que a sua empresa gaste apenas com bons investimentos e não em erros que podem ser previstos.

Acompanhar frequentemente o funcionamento de máquinas, equipamentos e peças é um método muito eficaz para prevenir possíveis interrupções nas linhas de produção.

Assim, é possível notar como a gestão da manutenção é importante. E para que ela aconteça de forma eficaz, é necessário entender a diferença entre manutenção preditiva, preventiva e corretiva.

Se você possui essa dúvida, basta continuar lendo esse artigo!

Tipos de manutenção

É muito importante entender como as manutenções se dividem, para que o gestor não erre e saiba qual é a melhor a ser aplicada, no momento e no equipamento correto.

Na figura abaixo, temos a seguinte estrutura:

Os tipos de manutenção podem se dividir em:

  • Manutenção Planejada, que se subdivide em preditiva, preventiva e corretiva;
  • Manutenção Não Planejada.

Para que não fiquem dúvidas, vou te explicar quais são os tipos de manutenção na prática e qual a diferença entre elas.

Manutenção Preditiva

A manutenção preditiva é o acompanhamento periódico de equipamentos ou máquinas, através de dados coletados por meio de inspeções.

As técnicas mais comuns utilizadas para manutenção preditiva podem ser: análise de vibração, ultrassom, inspeção visual e outras técnicas de análise não destrutivas.

Trata-se de um processo que diz o tempo de vida útil dos componentes das máquinas e equipamentos e as condições para que esse tempo de vida seja bem aproveitado.

Ela pode ser comparada a uma inspeção para acompanhar as condições dos equipamentos.

Os objetivos em fazer a manutenção preditiva, são:

  • Determinar, antecipadamente, a necessidade de manutenção de uma peça, ferramenta ou máquina;
  • Eliminar desmontagens desnecessárias para inspeção;
  • Aumentar o tempo de durabilidade dos equipamentos;
  • Reduzir o trabalho de emergência não planejado;
  • Impedir o aumento de danos.

Por meio desses objetivos, é possível concluir que a manutenção preditiva possui uma finalidade maior: reduzir custos de manutenção e aumentar a produtividade dos colaboradores.

Manutenção Preventiva

A manutenção preventiva tem como objetivo principal a prevenção de uma falha ou quebra no equipamento, além de diminuir a velocidade de desgaste das máquinas e aparelhos.

Logo, ela é uma intervenção prevista, preparada e programada antes do surgimento de uma falha.

Os serviços de manutenção preventiva devem ser planejados e programados, ou seja, todas as etapas do serviço a ser executado devem estar bem definidas.

Alguns exemplos de manutenção preventiva são:

  • lubrificações periódicas;
  • as revisões sistemáticas do equipamento;
  • os planos de calibração e de aferição de instrumentos;
  • os planos de inspeção de equipamentos;
  • os históricos ou recomendações do fabricante.

A manutenção preventiva também pode ser executada em função da condição do equipamento, como para reparar defeitos, reformas ou revisão geral.

Manutenção Corretiva

Como o próprio nome diz, ela serve para corrigir uma falha.

A manutenção corretiva acontece quando o equipamento já está com alguma peça irregular, apresentando mal funcionamento, e ela precisa ser substituída.

Essa manutenção pode ser necessária em duas situações: quando surge uma falha inesperada, ou então quando é detectada alguma falha que possa levar a algum problema maior futuramente.

Logo, podemos dividir a manutenção corretiva em dois sub-tipos: a corretiva planejada e a corretiva não planejada.

A manutenção corretiva planejada, nada mais é do que o acompanhamento de uma máquina, com finalidade de corrigir algum erro que virá a aparecer. Tudo aqui é planejado.

A manutenção corretiva não planejada, acontece após a identificação de algum erro ou problema. Esse tipo de manutenção implica em custos altos, em relação a manutenção corretiva planejada.

Porém, a manutenção corretiva pode ser usada também como uma forma eficiente de evitar o retrabalho, afinal, ela diminui o tempo de execução da tarefa e evita quebras de produção inesperadas.

Diferenças entre manutenção preditiva, preventiva e corretiva

Agora que você aprendeu quais são os tipos de manutenção e como aplicá-las da melhor maneira na sua empresa, vou te explicar a diferença entre cada uma delas.

E, assim, não haverá mais dúvidas. Vamos lá?

Manutenção Preventiva x Corretiva

Sabemos que a manutenção corretiva é realizada normalmente após a ocorrência de uma falha ou incapacidade produtiva de um equipamento ou instalação.

Uma porcentagem significativa desses danos pode ser evitado se o gestor de manutenção levar em consideração a manutenção preventiva desses equipamentos.

A manutenção corretiva possui maior impacto financeiro do que a manutenção preventiva.

Uma vez que pode implicar a suspensão prolongada da atividade das máquinas e equipamentos, podendo mesmo levar à indisponibilidade de uma linha de produção, ou outro serviço.

A principal vantagem de ter um plano de manutenção preventiva é poder prevenir todas essas situações, substituindo os componentes usados no prazo certo, preservando e restaurando todas as peças necessárias.

Para isso, o gestor deve organizar em uma planilha, ou em outra ferramenta, as principais métricas e informações que ele precisa acompanhar para realmente conseguir executar um ótimo planejamento:

  • Melhorar o estado técnico e operacional dos equipamentos;
  • Reduzir a degradação e os riscos de degradação dos equipamentos;
  • Programar os trabalhos de prevenção;
  • Realizar os reparos em condições favoráveis à operação;
  • Reduzir custos;
  • Prolongar a vida dos equipamentos.

Um plano de manutenção preventiva é ideal quando o gestor de manutenção consegue evitar qualquer defeito nos seus equipamentos, ou consegue prever e programar para que essa falha tenha o menor impacto possível no cliente.

Manutenção Preventiva x Preditiva

A manutenção preventiva, como já falamos, é programada e ocorre em um tempo pré-determinado, permite a identificação precoce de problemas, reduz as necessidades de despesas e permite um melhor planejamento dos orçamentos.

Na manutenção preditiva os programas são baseados no estado real do equipamento e na determinação de quando a manutenção deve ser realizada para minimizar os custos.

A diferença é que a preditiva faz uso de técnicas e equipamentos como ultra-som e câmeras termográficas, que fazem a manutenção preditiva ser uma alternativa viável em determinadas circunstâncias.

Manutenção preditiva x corretiva

O problema de contar apenas com a manutenção corretiva, é que, com o equipamento ou veículo estragado, a empresa deixará de ter lucros durante o tempo em que ele permanecer inativo para reparos.

Já a manutenção preditiva vem para prevenir isso, juntamente com a preventiva.

Ela vai mostrar ao técnico onde está a falha ou onde pode ocorrer especificamente, pois utiliza de técnicas, como ultrassons, análise de vibrações, entre outros, como citado anteriormente.

Quando se faz a gestão da manutenção, claramente, o trabalho será um pouco mais intenso para todos, mas os resultados com certeza serão potencializados.

No final de tudo, a manutenção preditiva, preventiva e corretiva são essenciais para a execução de um bom trabalho tanto da equipe quanto do gestor.

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

Produtividade no trabalho: como aumentar as vendas?

Produtividade no trabalho: como aumentar as vendas?

Se fosse para explicar o que é produtividade no trabalho em uma frase, essa frase seria: produzir ao máximo com o mínimo de tempo e recursos.

Mas não é tão simples assim. Não basta produzir muito, mas com baixa qualidade! É preciso equilibrar a quantidade de tempo gasta, com os recursos usados e também com a qualidade do produto.

Parece uma tarefa bem difícil, não é? Fique tranquilo! Continue lendo esse post porque ele vai te ajudar.

3 passos para ter mais produtividade no trabalho

Listei 3 passos simples para ajudá-lo a ser mais produtivo no trabalho e depois aplicar esses passos nas vendas da sua empresa! Vamos lá?

#1 Ser organizado

É muito importante que você se organize para não perder tempo. Aconselho que você organize suas tarefas por assunto.

Não fique pulando de tarefa em tarefa que tenham contextos completamente diferentes.

Foque naquelas que possuem o mesmo assunto e aí sim, trabalhe em conjunto para resolvê-las.

Para ter o dia a dia ainda mais organizado, é interessante que você anote suas tarefas.

Tem gente que prefere o bom e velho bloco de anotações, mas você também pode ter ajuda da tecnologia para isso.

Existem muitas plataformas on-line que organizam tarefas de forma prática e certeira, como o Trello, o Asana e o Evernote. São muitas opções! Escolha a que mais faz o seu estilo e organize suas tarefas do dia.

#2 Gerenciar o tempo

Para gerenciar o tempo é preciso fazer escolhas. Você pode escolher trabalhar com tarefas que são prioridade ou desperdiçar o seu tempo.

É importante se educar para manter o foco durante o trabalho. Olhar o seus e-mails de 10 em 10 segundos ou se distrair olhando o celular é fatal para sua produtividade.

Para que você tenha noção do tempo que gasta, existem aplicativos que contam quanto tempo você fica nas redes sociais, ou seja, quanto tempo perdido durante o horário de trabalho.

Você verá o quanto desperdiçamos tempo e nem percebemos!

Para que você tenha ainda mais controle do tempo no trabalho, é possível contar o tempo que é gasto em cada tarefa com ferramentas de time tracking.

Essas ferramentas ajudam a ter foco no cumprimento das tarefas, pois dão relatórios detalhados das horas investidas em cada tarefa, com qual cliente ou colaborador.

Alguns exemplos de ferramentas de time tracking: Toggl, 5pm, Hours e Teamwork.

Viu como é possível ter um pouco mais de cuidado e controle com o tempo? O que não dá é deixar o tempo passar e não ter foco, certo?

Tome a decisão de ser mais produtivo, evite distrações e vamos ao trabalho!

#3 Descansar (sim!)

Uma boa noite de sono te faz ser muito produtivo, sabia?

É muito importante que você descanse e esteja com seu sono em dia para conseguir ter mais concentração.

Manter uma rotina saudável, comer na hora certa e praticar exercícios físicos também contribuem para a sua produtividade no trabalho.

Além disso, fazer pausas também pode ser benéfico! Mas não vale aquela pausa para olhar as redes sociais, afinal, não queremos perder o foco, certo?

Faça uma pequena pausa de 15 minutos para esticar as pernas e volte às suas tarefas.

Essas 3 dicas são simples e podem ser aplicadas a qualquer departamento de uma empresa, afinal, ser produtivo é o desejo de todos que pensam no seu futuro profissional.

Agora, vou te mostrar como aplicar essas dicas no seu departamento de vendas, pois uma equipe produtiva significa aumento nas vendas e, consequentemente, mais lucro.

Aplicando a produtividade no trabalho em vendas

O objetivo principal de todo profissional de vendas é fechar negociações e conquistar clientes.

Muitos profissionais perdem chances valiosas de alcançar o seu objetivo por causa da falta de produtividade e organização.

Por isso, aqui estão as dicas para você aplicar os princípios da produtividade na sua equipe de vendas. Confira:

Faça um bom planejamento

A ideia é não perder tempo, por isso tenha um bom planejamento. Caso já tenha elaborado um, revise o quanto antes!

Temos um modelo de planilha de vendas que você pode utilizar, faça o download gratuito aqui!

Ao verificar os problemas que existem nas estratégias de vendas é possível corrigir e pensar em um melhor plano de ação.

Nessa etapa é importante também definir um processo de vendas para que cada colaborador saiba por onde começar, quais serão os seus objetivos e metas, de forma clara e objetiva.

Isso facilita, inclusive, a mensuração de resultados, pois tudo será documentado e predefinido pelo gestor.

Entenda que é preciso certa sintonia entre a gestão e a equipe de vendas para que os resultados da produtividade comecem a aparecer, afinal, problemas são gerados por baixa produtividade.

Treine sua equipe

É primordial capacitar e treinar os colaboradores.

Tire um tempo na agenda para dar treinamentos de novas técnicas para a equipe de vendas, e deixe que eles apliquem o que aprenderam no dia a dia.

Caso você não possa, contrate alguém para dar o treinamento e fique sempre atento aos resultados, pois ao capacitar sua equipe, certamente eles virão.

Mas treinar o quê?

É muito comum não saber no que a sua equipe está com dificuldades, por isso, mantenha o diálogo, pergunte aos seus colaboradores o que eles gostariam de aprender ou se aprofundar.

Pergunte ao seu departamento de RH se existe alguma questão importante que deve ser levantada no treinamento, e pesquise os temas.

Após ter o tema decidido, é momento de pensar na logística: como será o curso? Presencial ou a distância? Quais materiais serão utilizados? Quantas pessoas da equipe farão o curso?

Tenha certeza que ao capacitar sua equipe quem ganha é o seu negócio!

Incentive sua equipe

Para que a produtividade no trabalho seja efetiva é preciso incentivar o trabalho dos seus colaboradores.

Incentive um ambiente leve na empresa, ninguém é produtivo quando é apenas cobrado o tempo todo. É preciso motivar e engajar os seus colaboradores.

Para isso, seja um líder e não um chefe! Você sabe a diferença?

O líder está junto com equipe, ajudando e apoiando nas adversidades, enquanto o chefe está de longe mandando e desmandando. Construa uma relação de confiança com seus colaboradores!

Defina metas semanais, mensais e anuais. Dê feedback e mostre os resultados!

Além disso, promova happy hours e confraternizações para que a equipe seja integrada e o ambiente saudável.

É preciso que os colaboradores tenham espaço para dar sua opinião e ter liberdade para criar, e tudo isso colabora para uma empresa mais produtiva e engajada.

Não esqueça de monitorar

Se organizou fazendo um bom planejamento? Gerenciou o tempo para poder treinar sua equipe? Todo mundo descansado e motivado?

O trabalho ainda não acabou! Chegou o momento de monitorar.

Muitos gestores depois de perceberem certo avanço nos números de vendas deixam o monitoramento de lado e isso é um grande erro!

Ao monitorar você tem noção do que pode estar errando e acertando, e assim, fazer ajustes para que o crescimento seja sempre constante!

Imagina se existisse uma ferramenta para calcular a produtividade da sua equipe e deixar o monitoramento ainda mais fácil?

Existe sim! Produzimos uma calculadora de produtividade exclusiva e você pode acessá-la clicando aqui.

Coloque em prática essas dicas para aumentar as vendas e a produtividade no trabalho e os resultados certamente serão positivos! Sabe de alguma outra dica? Compartilhe com a gente!

Lorrayne é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos que ajudem os gestores a formar uma equipe externa de alta performance.

Tecnologia e trabalho para gestores com mais de 40 anos

Tecnologia e trabalho para gestores com mais de 40 anos

No mundo corporativo as relações entre tecnologia e trabalho desafiam as gerações.

Você, gestor, já se sentiu desafiado pela tecnologia? Possui dificuldade em aliá-la no dia a dia do seu trabalho?

Em todas as gerações as relações de trabalho tem sofrido mudanças, principalmente por causa do advento da tecnologia.

Gestores de 40 anos ou mais podem se beneficiar dessas modificações do trabalho e aproveitar para se qualificar diminuindo a dificuldade e o preconceito com a tecnologia.

Como aproveitar a tecnologia a seu favor? Nesse artigo você encontrará a resposta.

Modificações da tecnologia e trabalho que afetam o mercado

As inovações tecnológicas modificam não só as relações de trabalho, mas também impactam problemas sociais e o futuro do modo de produção no mundo.

Existem algumas tendências dessas mudanças que podem atingir o seu negócio.

Por isso, listei 3 tendências que você deve ficar atento:

Diminuição da força de trabalho

É possível que ocorra uma escassez da força de trabalho nos próximos anos, pois as taxas de natalidade mundiais, desde os anos de 1980, sofreram significativas quedas.

Assim, o mercado de trabalho sofrerá com a falta de mão de obra.

Uma boa dica é sempre qualificar os profissionais que já estão em sua empresa em relação às novas tecnologias.

Inteligência artificial

Segundo a BBC, a automação do trabalho, ou seja, a substituição da força de trabalho humana pela de um robô, é uma realidade próxima.

O que torna a relação entre trabalho e tecnologia cada vez mais dependente.

Os empregos de mão de obra manual serão os primeiros a sofrer com tal mudança. Mas aqueles que precisam da capacidade humana para tomar decisões, provavelmente serão modificados e aprimorados pela tecnologia.

A extinção de antigas profissões

As mudanças serão tão evidentes que algumas profissões poderão até deixar de existir.

Lembra das locadoras de fitas de vídeo? Elas foram extintas por causa do surgimento da internet e depois dos serviços de streaming.

Isso pode acontecer com os operadores de telemarketing, contadores, secretários e outras profissões que atuam dentro de escritórios!

Percebe como essas modificações podem ser problemáticas para alguns trabalhadores?

Mas não se desespere! Existem indícios que as novas tecnologias trarão mais resistência e flexibilidade para trabalhadores e gestores com mais de 40 anos.

Vou te mostrar quais são essas vantagens, vem comigo!

Efeitos positivos da tecnologia que atingem gestores com mais de 40 anos

Nada de se preocupar com a crise dos 40 anos no ambiente de trabalho!

A tecnologia pode trazer muitos benefícios, principalmente para os gestores dessa faixa de idade, como:

Flexibilidade de horário

Por conta da experiência e qualificação de funcionários mais velhos, muitas empresas poderão se adequar a novos horários e necessidades desse trabalhador, tornando-o mais flexível.

Para os gestores, a capacidade de trabalho remoto também é uma realidade, pois, as novas tecnologias, como a de gestão pelo seu smartphone ou computador, possibilitam que você trabalhe de qualquer lugar!

Novos caminhos de aprendizagem

Os diplomas universitários podem não ser mais a única porta de entrada para bons empregos.

Muitas empresas passarão a aceitar cursos on-line, e-books e treinamentos virtuais para a capacitação extra de seus funcionários.

Portanto, que tal aproveitar as horas vagas e fazer um curso para aprimorar os conhecimentos vistos em sala de aula?

É também uma boa oportunidade para que gestores se mantenham informados das tendências do mercado, e atualizem suas formações, para que assim possam exigir dos seus colaboradores.

Necessidade de qualificação

Com as mudanças tecnológicas, não acompanhá-las pode ser um crime para o futuro da sua organização.

Quem se habilita a aprender novas habilidades se destaca em seu local de trabalho.

A tendência do futuro é tratar o envelhecimento da mão de obra como algo positivo, atribuindo a experiência e adaptação desses profissionais como uma alavanca para os novos rumos das organizações.

As empresas levarão em conta a disposição de aprender novas habilidades, pois de nada adianta ser muito experiente em sua área de atuação se você nada entende de softwares que podem aprimorar seu trabalho.

Como você pode perceber, os desafios do trabalho e tecnologia são dores que podem ser contornadas com informação e dedicação.

Ser um gestor de 40 anos ou mais significa que você ainda tem muito a aprender, mas possui a vantagem de ter experiência suficiente para se conhecer  melhor e escolher o caminho mais assertivo de capacitação.

Encontre formas de demonstrar como esses desafios podem ser benéficos para sua empresa e incentive os seus colaboradores a comprar essa briga junto com você!

Assim, o seu desenvolvimento pessoal e o da sua organização serão certeiros no mercado de trabalho e também na vida.

Agora que você já sabe os desafios e benefícios da tecnologia e trabalho, conta pra gente: qual a sua experiência nesse meio?

Lorrayne é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos que ajudem os gestores a formar uma equipe externa de alta performance.

Como calcular combustível por km rodado de forma assertiva?

Como calcular combustível por km rodado de forma assertiva?

Uma das maiores dificuldades das empresas que utilizam o veículo próprio do colaborador é o de calcular combustível por KM rodado.

Além disso, infelizmente, alguns colaboradores mal intencionados acabam passando relatórios irreais fazendo um outro “salário” e forçando a empresa a pagar um valor menor por quilômetro para compensar.

Dessa maneira, se torna essencial calcular combustível por km rodado para uma gestão eficaz das frotas.

Além do estresse gerado, a perda econômica e de tempo influenciam negativamente na produtividade do colaborador.

Estipular um valor “aleatório” para o reembolso de km rodado não é a melhor opção, já que o gestor pode tomar decisões baseadas em dados e critérios técnicos.

O que poupa muita dor de cabeça, tanto para o gestor quanto para o colaborador.

Por isso, nesse artigo eu vou te mostrar como calcular um valor justo de reembolso por km rodado e como ter dados e valores precisos a partir dos relatórios que o colaborador entrega.

Vamos lá?

1. O que influencia na hora de calcular combustível por KM rodado

Na prática, o valor pago do KM rodado leva em conta todos os fatores de uso do carro, como: combustível, limpeza, desgaste, depreciação e seguro.

Algumas empresas ainda optam por inserir o valor do IPVA e licenciamento.

Obs: É claro que, certas despesas, variam de região para região.

Caso você opte por inserir ou retirar algum item do calculo é importante informar os colaboradores e fazer isso de comum acordo. Um termo assinado por ambas as partes pode diminuir futuros problemas, pense nisso.

Antes de começar a calcular, também é importante considerar que os elementos que compõem o valor do reembolso de quilometragem variam para cada empresa, e muitas escolhem de acordo com a equipe, seja ela de vendas, trade marketing ou prestação de serviços.

Veja o exemplo a seguir:

Elementos usados para o cálculo de reembolso no nosso exemplo:

  • Combustível;
  • Limpeza
  • Seguro
  • IPVA + Licenciamento

Obs: Todo o exemplo de como fazer esse cálculo é baseado em valores hipotéticos!

A. Combustível

  • Consumo médio de gasolina por um carro 1.0: 13 Km/L
  • Preço da gasolina, em média: R$ 4,80.

O cálculo é simples, basta dividir o preço da gasolina, pelo consumo médio. Dessa maneira:

B. Limpeza

  • Número de limpeza por mês: 4
  • Custo da limpeza por mês: R$ 160,00
  • Quilômetros rodados pelo colaborador por mês: 2.000 Km/mês

Sendo assim a conta ficaria:

C. Seguro

  • Valor do seguro, por ano: R$ 1.300,00
  • Quilômetros rodados pelo colaborador por mês: 2.000 Km/mês
  • Quilômetros rodados pelo colaborador por ano: 24.000 Km/ano

Sendo assim a conta ficaria:

Obs: Verifique o valor do seguro do carro do colaborador em média.

D. IPVA + Licenciamento

  • Valor do IPVA + Licenciamento: R$ 900,00
  • Quilômetros rodados pelo colaborador por mês: 2.000 Km/mês
  • Quilômetros rodados pelo colaborador por ano: 24.000 Km/ano

Sendo assim a conta ficaria:

Total:

Dessa forma o valor de reembolso por KM rodado seria:


Ou seja, o valor a ser reembolsado para um colaborador que fez 2.000 quilômetros é de:

Sendo assim, neste exemplo, a empresa teria que pagar ao colaborador externo R$ 1.082,00 pelos 2 mil quilômetros rodados ao mês.

controle de km rodado

Como lidar com a imprecisão?

Mesmo que esse cálculo seja bastante usado pelas empresas que possuem equipe externa, ele não é totalmente preciso.

Afinal, mesmo que todos os comprovantes sejam entregues ao gestor, como os emitidos pelo posto de gasolina, lava-rápido e pela empresa de seguros, o gestor não consegue saber se os comprovantes se referem apenas às visitas realizadas.

Infelizmente, os colaboradores podem muito bem usar algum desses quilômetros para benefício próprio. O que faz com que a empresa tenha um custo muito alto e acima da média para a realização de trajetos que não trazem retorno financeiro.

Ou seja, calcular combustível por km rodado só pode ser totalmente confiável quando há total controle do que foi gasto apenas no trajeto realizado para a visita aos clientes.

Se você quer ter um controle mais eficaz é necessário que você tenha uma ferramenta para gerenciar as visitas e monitorar a rota feita.

Sem isso você não irá conseguir medir se o valor investido está retornando para a empresa e se está valendo a pena ter uma equipe de campo.

A ferramenta que mais pode te ajudar é o Auvo! Ela te dá em tempo real a localização da equipe, organiza e roteiriza as atividades e envia o KM rodado/dia, para que você tenha um controle muito mais efetivo de sua equipe externa.

Na plataforma, contamos com 3 formas de se medir o Km rodado, e assim tem dados precisos. São eles:

#1 Cálculo de Km rodado informado pelo colaborador

Aqui o colaborador é quem informa a quilometragem gasta por ele até chegar ao cliente e ao voltar da atividade.

#2 Cálculo de Km rodado entre tarefas

Se o gestor preferir, o cálculo pode ser feito após o colaborador finalizar todas as atividades.

Dessa maneira, o sistema calcula, a partir do ponto base, toda a rota realizada.

Aqui o gestor consegue saber qual era a melhor rota a ser feita e qual foi a rota realizada pelo colaborador, contando com paradas e atalhos.

O custo por quilometragem será informado de acordo com os quilômetros rodados entre as tarefas realizadas.

#3 Cálculo de km rodado do sistema

Aqui o cálculo é realizado de acordo com a posição do colaborador no GPS, independente das tarefas realizadas.

Apenas é necessário que a jornada de trabalho do colaborador seja definida no sistema, com horário de entrada, de almoço e de saída.

Ao final do dia, o gestor terá o cálculo de km rodado do colaborador. Basta apenas que o GPS esteja ligado!

Com tantas opções, calcular combustível por km rodado se torna uma tarefa fácil, precisa e com os dados corretos. Não há gastos a mais e o reembolso é justo.

Dessa maneira, o gestor dedica o seu tempo às tarefas realmente importantes do dia a dia, sem a necessidade de conferir recibo por recibo dos colaboradores.

Se você quiser entender melhor como funciona o cálculo de Km rodado dentro da plataforma do Auvo, basta clicar aqui. Fizemos um vídeo especial sobre esse assunto!

Agora que você já sabe calcular combustível de km rodado de forma assertiva e com menos gastos, que tal compartilhar as suas experiências conosco? Estamos aqui para te ouvir!

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

Indicadores de performance: o que mensurar em trade marketing?

Indicadores de performance: o que mensurar em trade marketing?

Acompanhar os resultados da empresa é uma ação realizada com a ajuda de indicadores de performance (KPI).

Dessa maneira, existem alguns pontos que precisam ser mensurados na rotina de qualquer operação de Trade Marketing para fazer uma gestão de promotores eficientes.

Os indicadores de performance medem o andamento de processos internos da empresa e os resultados de ações aplicadas no mercado.

Em outras palavras, os KPIs ajudam o gestor na avaliação de um processo, se está de acordo com os objetivos, metas e período de tempo.

Em uma operação de Trade Marketing, alguns dos exemplos de mensuração mais utilizados incluem: ações promocionais, mix de produtos, pontos extras, análise de concorrência etc.

Dessa maneira, considerando as mensurações importantes para a grande maioria das empresas, abordarei abaixo os principais indicadores de performance em Trade Marketing e como defini-los. Vem comigo!

5 dicas de como definir os indicadores de performance

Como eu já te expliquei, indicadores de performance servem de parâmetros para medir a performance de um negócio e tomar decisões para que o resultado seja atingido.

A partir dessa informação, separei 5 dicas fáceis para você definir bons KPIs:

#1 Há possibilidade de mensurar?

Primeiramente, antes de definir os indicadores de performance da sua empresa, é necessário ter certeza de que você poderá mensurar os dados obtidos.

Ou seja, é necessário que você trabalhe com indicadores quantitativos.

Por exemplo, ao invés de definir algo qualitativo como “melhora no processo de Trade Marketing”, você pode definir “números essenciais de visitas por promotor”.

#2 Crie KPIs simples

Uma KPI precisa ser simples, de modo que toda a sua equipe possa compreender.

Deixe bem claro qual a finalidade daquela mensuração, com um nome simples e que explique muito bem do que se trata.

Por exemplo, “taxa de visitas recorrentes na relação entre vendas e clientes pré-existentes”, além de confundir toda equipe, o indicador não sairá do lugar.

Por isso, você pode definir como indicadores a “taxa de visitas recorrentes” e a “taxa de fidelização de clientes”, o que garante o entendimento de toda a sua equipe.

#3 O tipo de estratégia atual

Os indicadores de performance também devem servir para demonstrar quais são os resultados da estratégia atual.

Isso significa que, dependendo da ação e estratégia atual da empresa, alguns pontos de mensuração são mais importantes que outros.

#4 Crie uma base de dados

Para que o gestor seja capaz de tomar decisões mais assertivas, é indispensável que ele possa usar as informações.

Nesse sentido, é necessário escolher bem os indicadores de performance para que seja fácil compreender o tipo de cenário que a empresa está inserida.

Indicadores precisam ser úteis para a empresa e refletir o que ela espera conseguir.

Indicadores indispensáveis

Agora que você já sabe como definir os melhores indicadores de performance para a sua empresa, vou te mostrar os principais indicadores para a sua operação de Trade Marketing.

Visitas

Esse pode ser o KPI mais básico para avaliar os serviços de Trade Marketing, o de mensuração de visitas.

Em outras palavras, é necessário que distribuidores, indústrias e agências saibam se o promotor visitou os PDVs previstos na sua rota diária e completou todas as suas atividades.

É uma maneira de controlar o que foi planejado e o que foi executado.

Essa métrica de visitação facilita as tarefas do dia a dia relacionados ao trabalho feito em campo.

Dessa maneira, o gestor consegue medir a produtividade dos seus promotores, saber quais são mais produtivos e mudar a situação de quem está com a produtividade baixa.

Ruptura de gôndola

A métrica que analisa os pontos de ruptura também é muito utilizada por empreendedores e varejistas.

Ela permite que o promotor controle o abastecimento da gôndola e de pontos extras, assim como poder avaliar as medidas que podem, e devem, ser tomadas para resolver as falhas.

A ruptura de uma gôndola pode causar um efeito negativo e comprometer os resultados de vendas. Por isso, é necessário criar metas para reduzir as rupturas e medir o desempenho das ações de trade marketing.

Posicionamento da Gôndola

Esse KPI tem o intuito de informar se o acordo dos espaços e da disposição de produtos na prateleira, por exemplo, está sendo executado corretamente nos pontos de vendas.

O Share de Gôndola pode ser classificado de acordo com várias vertentes, como: por canal de distribuição, por região, categoria, entre outros, o que vai depender da sua empresa.

Por não ser uma métrica simples, a empresa pode criar um indicador que acompanhe o volume de visitas versus a quantidade de PDVs que mantém o produto bem posicionado.

Preço e monitoramento da concorrência

A pesquisa de preço é outra métrica dos indicadores de performance no Trade Marketing.

Ela é realizada a partir da comparação de preços de produtos, considerando os principais concorrentes diretos e indiretos, ou os líderes de mercado na sua segmentação.

A pesquisa de preço mostra no que a sua empresa deve investir para conseguir vencer a concorrência e oferecer mais e melhor aos clientes.  

Monitorar as ações da concorrência e os resultados que ela vem obtendo é fundamental. Dessa maneira, você consegue estar por dentro do mercado e saber exatamente com quem você compete.

Mix de Produtos

O Mix de Produtos é considerado um dos indicadores de desempenho aplicável no Trade Marketing.

A análise do mix de produtos é feito para que o responsável de Trade Marketing da empresa saiba quais produtos estão sendo disponibilizados e em quais canais de venda.

Também é usado para saber a quantidade e o posicionamento dos produtos, dentro e fora do ponto de venda.

Dessa maneira, o gestor consegue aplicar uma estratégia adequada ao canal, considerando as necessidades específicas do seu público-alvo e aumentando as chances de vendas.

“O que eu ganho com os indicadores de performance?”

Primeiramente, o gestor precisa saber que existe uma regra simples que ajuda na identificação dos dados e métricas que realmente precisam receber essa atenção:

  • Onde estou ?
  • Onde quero chegar?
  • Quais recursos eu tenho para chegar lá?

Saber responder esse questionamento gera um propósito e torna a análise dos indicadores de performance uma tarefa da qual é possível alcançar as metas pretendidas.

Por isso, se pergunte sempre se cada KPI contribui para os resultados que a empresa almeja alcançar.

Mesmo que cada indicador que eu citei varie para cada negócio e segmento, a análise desses dados oferece benefícios como:

  • Informações sobre o PDV recebidas em tempo real;
  • Melhor controle da equipe de campo;
  • Controle mais amplo sobre o estoque;
  • Tomada de decisões mais rápidas e exatas.

Você pode estar se perguntando em como fará para analisar e medir todos os indicadores de desempenho para obter dados precisos e aumentar a produtividade da sua equipe de Trade Marketing.

Como os clientes estão cada vez mais exigentes e os concorrentes estão sempre inovando, é necessário ter informações para cobrar da sua equipe e tomar as melhores decisões.

Quando você usa a tecnologia, a gestão de Trade Marketing se torna mais eficiente.

Um sistema que te ajude na gestão dos seus promotores de Trade é essencial.

Afinal, você conseguirá informações precisas sobre o local em que o colaborador se encontra, se a tarefa foi ou não finalizada e obtém fotos acerca das visitas realizadas.

Sem contar que a satisfação do cliente aumenta, afinal, a comunicação entre o promotor e os pontos de vendas é feita de forma clara.

Sendo assim, com uma ferramenta de gestão promotores é possível checar os indicadores de campo em tempo real e assegurar a análise eficiente dos dados.

Agora que você já sabe quais indicadores de performance podem te ajudar na gestão de Trade Marketing, não perca tempo e começa a aumentar as suas visitas e vendas agora mesmo!

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.