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Planejamento e controle da manutenção: o que é e como fazer?

Planejamento e controle da manutenção: o que é e como fazer?

Quem trabalha no setor de manutenção sabe como a organização e o planejamento é importante. Por isso, o Planejamento e Controle da Manutenção – PCM – representa um diferencial tão importante.

Bom, antes de mais nada, é importante entender o seu significado.

O PCM é um conjunto de ações que possuem o objetivo de preparar, programar e verificar os resultados das atividades de manutenção. O que faz com que medidas de correção sejam realizadas a fim de alcançar objetivos maiores.

Existem diversas ferramentas, técnicas e até métodos para que o PCM seja feito de forma assertiva na construção de táticas e estratégias para garantir o bom resultado.

No artigo de hoje, irei abordar tudo que você, gestor de uma equipe de serviços, precisa saber sobre um bom planejamento e controle da manutenção.

Benefícios do planejamento e controle da manutenção

O benefício fundamental do PCM é a redução de desperdícios. Seja desperdício de mão de obra, tempo ou materiais.

Se você não planeja qualquer atividade, seja ela ligada a manutenção ou não, com certeza está desperdiçando algum desses recursos.

Para minimizar ao máximo essa perda de tempo dentro das atividades de manutenção, o melhor a se fazer é implantar corretamente o PCM.

Pensando assim, separei 4 benefícios, dos vários, para você:

#1 Aumento da qualidade e da produção

Toda e qualquer linha de produção depende do bom funcionamento constante dos equipamentos e máquinas, para que o volume da produção se mantenha dentro do planejado.

Uma boa gestão da manutenção desempenha um papel importante nesse sentido, mas apenas atingirá exito com um PCM implementado na empresa.

Afinal, é com mais manutenções preventivas feitas e com menos corretivas, que os equipamentos se mantêm mais tempo funcionando, sem que haja problemas.

#2 Segurança

Toda empresa que trabalha com manutenção, se preocupa muito com a segurança dos seus colaboradores.

Visto que o índice de acidentes de trabalho aumenta a cada ano, o índice de acidentes causados por falhas técnicas ou operacionais é muito alto!

Na maioria das vezes, eles podem ser evitados com um planejamento eficiente.

Por isso, é essencial a implantação de um bom planejamento na empresa, onde todos saem ganhando!

#3 Redução de custos

Não seria válido falar em mudanças e planejamento sem citar a redução de custos oferecidos.

Os impactos financeiros podem acontecer em diversas áreas da empresa, alguns bons, outros nem tanto.

No caso do Plano de Controle da Manutenção, os resultados são satisfatórios. A redução de custos com o retrabalho, por exemplo, é enorme!

Sem contar com a produtividade dos funcionários que aumenta, já que o tempo com a máquina indisponível é reduzido.

E, afinal, quem não deseja ter custos reduzidos e funcionários engajados, não é mesmo?

#4 Obter indicadores de manutenção

O PCM é bastante conhecido por ser a área que implanta e monitora os KPI’s de manutenção, ou seja, os Indicadores de Performance da Manutenção.

Os principais indicadores de desempenho (KPIs) que você usa devem ajudar a entender o que os técnicos estão fazendo, como está a qualidade de manutenção em geral, como ela está ajudando o negócio e o que mais pode fazer para melhorar o desempenho operacional.

A eficiência da manutenção consiste em trazer a maior confiabilidade possível para os equipamentos e o menor risco operacional, usando o menor número de recursos.

Os indicadores podem ser de:

  • Confiabilidade da Manutenção;
  • Qualidade e tempo de execução dos serviços;
  • Custo de manutenção;
  • Previsão de falhas.

Um KPI de manutenção é vantajoso para o Planejamento e Controle da Manutenção para graduar e considerar o motivo das falhas e quando elas estão surgindo.

Coletando as causas dos reparos em categorias separadas do ciclo de vida do equipamento, você pode identificar onde concentrar seus esforços na busca pela elevação da confiabilidade.

Bom, agora que sabemos os benefícios de um Plano de Controle da Manutenção, vamos entender as suas funções.

infografico manutencao preventiva

Principais funções do PCM e benefícios

Planejamento

O planejamento consiste em um conjunto de ações que guiam para um objetivo futuro.

Planejar é decidir com antecedência para identificar fatores como custos, benefícios, cronograma e recursos necessários.

Programação

No que diz respeito à manutenção, principalmente a de equipamentos, uma programação bem feita é de suma importância.

Com ela, é possível melhorar o processo de produção, além de reduzir os custos.

Ao manter todos os equipamentos em perfeito funcionamento, a programação possibilita melhorias quanto a produtividade e a qualidade do serviço de produção.

Controle

Tudo aquilo que foi planejado, precisa de um acompanhamento, e isso é feito nessa etapa!

O controle é indispensável para que se mantenha a organização no caminho correto, assegurando que os projetos tenham continuidade.

Seja qual for a área, o controle é fundamental para a identificação de uma possível mudança nos objetivos e para uma tomada de decisão certeira.

Nessa etapa, são implementadas e analisadas várias métricas que irão validar se as estratégias traçadas pelo PCM – Planejamento e Controle da Manutenção estão corretas.

Medições ajudam você a entender melhor cada etapa do planejamento ou execução de qualquer atividade, como ela funciona e como você tem que trabalhar com ela.

A melhor forma para implementar o PCM

O processo de implantação do Planejamento e Controle da Manutenção pode mudar de acordo com o segmento da indústria ou empresa, mas o sistema será, basicamente, o mesmo.

Se fizermos uma análise da causa de todos os problemas que ocorrem dentro das empresas que ainda não fizeram a implantação do PCM, rapidamente podemos chegar a conclusão que a principal causa é a falta de informação.

Sem informação é impossível gerar dados, sem dados é impossível traçar qualquer estratégia, e isso tudo termina em: “aquilo que não se mede, não se gerencia”.

A informação é o bem mais valioso para o setor de manutenção. É através da informação que pouparemos recursos como tempo, mão de obra e consequentemente, dinheiro.

Por isso, a primeira e mais importante ação para implantar o PCM é criar um sistema para colher, tratar e analisar informações.

1. Pesquisa e coleta de dados

A principal característica que indica que a implantação do PCM da sua empresa foi falha ou inexistente é: alto número de manutenções corretivas.

Isso acontece, basicamente, por não existir manutenção preventiva, preditiva ou qualquer outro tipo de inspeção que tenha como objetivo encontrar algum erro e corrigi-lo antes que se agrave e cause uma parada na produção.

Bom, provavelmente você está pensando: é só implantar um plano de manutenção preventiva e acabar com esse contratempo.

Para montar esse plano de forma eficiente, requer uma quantidade relevante de informações do processo de produção, das máquinas e de outros diversos fatores.

Então o ponto primordial a ser feito para implantar o PCM é, primeiramente, criar um sistema para colher informações sobre as manutenções.

Dados esses que são colhidos através de Ordens de Serviços bem elaboradas e com informações verdadeiras.

O que você, como gestor, pode fazer para melhor colher essas informações, é contar com um sistema de OS que resolva esse problema na prática.

2. Gerar e analisar os dados

Após estabelecer o controle de serviços através da ordem de serviço, é chegada a hora de gerar e analisar os dados e quantificar todas as informações apontadas pelos técnicos no momento da manutenção.

Como foi dito, existem vários indicadores que podem nos mostrar a real situação do setor de manutenção, e esses indicadores são fundamentais para a implantar o PCM da forma correta e definir as suas condutas finais.

A partir dos campos de “Data/Hora de Início” e “Data/Hora de Término” da manutenção, podemos calcular 4 indicadores, especificando mais:

  1. Apropriação de Horas/Funcionário: representa a quantidade de horas que determinado funcionário ficou no equipamento;
  2. Indisponibilidade: representa o tempo em que a produção/equipamento ficou parado sem produzir;
  3. MTBF: Tempo Médio entre Falhas;
  4. MTTR: Tempo Médio para Reparo.

3. Definição de um cronograma

Com os dados, é hora de definir o cronograma para realização de manutenções preventiva e preditiva.

Todos os funcionários precisam ser conscientizados e treinados para a execução desse cronograma. De forma alguma ele pode ser ignorado.

Nele, é preciso descrever quais equipamentos estão envolvidos, as atividades a serem realizadas, quem são os responsáveis, qual o prazo para execução, detalhes do serviço, entre outros.

4. Elaborar plano de Manutenção Preventiva/Preditiva

A elaboração de um plano de manutenção geralmente não é uma tarefa difícil de fazer, mas criá-lo de forma eficaz traz alguns desafios.

Um plano de manutenção pode ser criado com o auxílio de várias ferramentas.

Algumas podem elevar ou diminuir a produtividade da construção, execução e gestão do plano.

Mas independente da ferramenta escolhida, o que é e sempre será mais importante dentro do plano de manutenção são as informações nele contidas.

Para saber, passo a passo, como fazer um bom plano de manutenção preventiva, separamos um material para você, basta clicar aqui.

5. Acompanhamento constante e revisão

Chegamos na parte final de todo o processo.

Agora que o planejamento e controle da manutenção está sendo executado da melhor maneira, é necessário acompanhar e monitorar se tudo está sendo feito corretamente.

Esse acompanhamento é necessário para saber se o serviço está sendo bem feito e identificar possíveis melhorias para adaptar.

Por isso, todos os serviços realizados devem ser revisados e reavaliados, identificado falhas e otimizando os processos.

Com todas essas dicas e com a implementação do Planejamento e Controle da Manutenção, o trabalho de manutenção ficará muito mais seguro e assertivo!

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

Trabalho externo: os desafios do controle de jornada

Trabalho externo: os desafios do controle de jornada

Ao gerir uma equipe de trabalho externo, manter o controle da jornada é um pouco difícil, não é?

Ter controle dos horários fielmente compatíveis com as atividades executadas pelas equipes, manter a produtividade e ainda, os custos causados por elas, é um desafio e tanto.

Neste artigo, mostrarei os desafios do controle da jornada de trabalho externo e a importância desse controle para o futuro do seu negócio.

Mas antes, vamos esclarecer o que é considerado trabalho externo, para que você entenda como a lei brasileira trata esse tipo de trabalho.

O que é trabalho externo?

Trabalho externo, segundo o artigo 62 da CLT, são as atividades feitas por trabalhadores externos nas quais não são compatíveis com a fixação do horário de trabalho.

Devendo ter essa condição descrita em suas Carteiras de Trabalho, registro de empregados e também na Previdência Social.

Ou seja, trabalho externo não é o mesmo que trabalho remoto ou home office, que são tipos de trabalhos dependentes da utilização da tecnologia de informação.

O trabalho externo se relaciona com vendas, consultorias, manutenção, representantes comerciais, promotores de trade marketing, ou seja, atividades que não dependem da tecnologia, mas que podem utilizá-la para controle e gerenciamento.

Percebe a diferença? É desse tipo de trabalho que estou falando.

Agora, vamos aos desafios de controlar a jornada de colaboradores que possuem atividades em campo, e o quão importante isso pode ser para uma gestão de equipes eficiente.

Os desafios do controle de jornada

Quando as leis trabalhistas foram criadas, por volta de 1940, os trabalhadores externos não tinham como comprovar suas horas de trabalho, e o gestor possuía menos controle ainda do que acontecia no dia a dia de seus colaboradores.

Tudo isso por que não havia outra forma de registro a não ser um papel, no qual o próprio trabalhador registrava a quantidade de tempo que gastava em cada visita que realizava.

Na atualidade, com tantos avanços tecnológicos, é possível registrar horários através de vários recursos que cabem nos smartphones dos colaboradores.

Porém, ainda hoje, muitas organizações controlam os horários de seus trabalhadores externos à moda antiga: com registro no papel.

Isso pode causar muitos problemas para sua organização!

Esses problemas podem prejudicar não só a produtividade dos funcionários, mas também o financeiro da sua empresa! Por isso, é importante ficar atento!

Listei alguns desses desafios para você saber se eles já batem à porta da sua empresa, e também a importância de enfrentá-los encontrando o melhor caminho de gestão.

Acesso limitado às informações

Uma das dificuldades da falta de controle da jornada de trabalho externo é o acesso limitado às informações.

Por passar muito tempo fora da sede da empresa, dificilmente o gestor sabe da rotina real desse colaborador, e acaba contabilizando horas retroativas, ou até fazendo pagamentos de horas extras que não tinha conhecimento.

E quando o gestor torna obrigatória as idas e vindas desse funcionário à empresa para prestação de contas, ou para buscar uma nova ordem de serviço, acaba perdendo muito tempo.

Ou seja, é um desafio muito grande!

É importante lembrar que as informações trazidas por seus colaboradores são essenciais para o futuro do seu negócio.

Informações sobre a qualidade do atendimento, se os clientes estão satisfeitos com os seus serviços, quanto tempo demora para o atendimento, tudo isso forma um grande banco de dados que pode servir para ajustes de atendimento e até como medida de produtividade de seus colaboradores.

Por isso, o contato com o seu colaborador e o feedback dos atendimentos é tão importante! Porém, é preciso fazer isso de forma otimizada.

Falando em produtividade, a capacidade de produção da sua equipe externa também pode ser um desafio caso o controle da jornada não seja feito da maneira correta.

A capacidade produtiva da equipe

Quantas visitas por dia o seu colaborador é capaz de fazer? Já se fez essa pergunta?

É de extrema importância ter noções claras da capacidade de produção do seu colaborador, e com a falta de controle da jornada, isso é praticamente impossível de ser contabilizado.

Sabe por quê? Digamos que o controle da jornada do seu colaborador externo seja feito por papel.

Ele preenche a hora que começou o atendimento e a hora que terminou.

Você, como um gestor atento, percebe que ele faz x visitas em certa quantidade de dias, e assim, faz o seu planejamento mensal/semanal baseando-se nisso.

Mas, caso seu colaborador tenha informado algumas horas a mais do que ele realmente gastaria, muitas visitas poderiam ter sido feitas, pois, a estimativa de tempo foi realizada de forma incorreta.

Percebe como ter mais controle da jornada é tão importante?

Principalmente, a de trabalho externo, pois, a capacidade de produção do seu colaborador afeta na qualidade do atendimento, no tempo de atendimento e consequentemente nos custos.

Falando em custo, é sobre ele o nosso último desafio.

Os custos de operação

Ter controle sobre o custo de operação é muito importante para melhorar o planejamento, e também a gestão das equipes externas.

O custo de operação é a média de gasto por atendimento que a empresa realizar, ou seja, os gastos de combustível, salário, reembolso de quilômetros rodados, entre outros gastos, por visita que for feita.

Para que seja possível realizar esse controle dos custos de operação, é preciso saber quanto a empresa gasta por hora trabalhada daquele colaborador, certo?

E como podemos fazer isso?

Controlando com mais eficiência a jornada desse colaborador. Pois, ao saber o tempo que é gasto em cada visita, é possível prever quantas visitas serão realizadas e também o custo que as próximas visitas irão gerar.

Com um controle de jornada automatizado é possível, ainda, fazer mais visitas com menor custo!

Por exemplo: sabendo o tempo assertivo das visitas é possível melhorar o planejamento, incluindo um número maior de visitas de prevenção, e melhorando o relacionamento com o cliente.

Se na sua empresa, o número de visitas tem diminuído, enquanto o custo das visitas só tem aumentado, pode ser que o controle de tempo, produtividade e custo do trabalho externo não está calculado da maneira correta.

Será preciso rever as horas da jornada de trabalho!

Fique atento a esses aspectos da sua gestão, pois, com um maior controle da jornada da sua equipe externa, ela tem tudo para se tornar de alta performance!

Como vencer os desafios?

Os desafios são grandes, mas existem soluções mais práticas do que você imagina!

A justiça brasileira, ao cuidar de muitas causas trabalhistas a respeito de horas trabalhadas, considera a tecnologia como solução para o controle de horas e ponto.

Por que não usar a tecnologia também para o controle de jornada?

Com toda certeza, seus colaboradores externos já utilizam alguma ferramenta tecnológica para fazer suas atividades diárias, seja notebook, smartphone, tablet, enfim, as possibilidades são infinitas.

Aproveite as tecnologias que seus colaboradores já estão habituados para ter mais conhecimento das horas trabalhadas, e assim, solucionar os desafios de produtividade e também de custos!

Como você tem controlado a jornada da sua equipe de trabalho externo? Tem vencido esses desafios? Conta pra gente!

Lorrayne é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos que ajudem os gestores a formar uma equipe externa de alta performance.

Manutenção preditiva, preventiva e corretiva: entenda a diferença entre elas!

Manutenção preditiva, preventiva e corretiva: entenda a diferença entre elas!

É muito importante saber a diferença da manutenção preditiva, preventiva e corretiva e, além disso, quando usar cada uma delas.

Uma empresa, quando trabalha com prestação de serviços, não pode deixar de dar atenção especial para as manutenções.

A ideia é economizar e reduzir custos, para que a sua empresa gaste apenas com bons investimentos e não em erros que podem ser previstos.

Acompanhar frequentemente o funcionamento de máquinas, equipamentos e peças é um método muito eficaz para prevenir possíveis interrupções nas linhas de produção.

Assim, é possível notar como a gestão da manutenção é importante. E para que ela aconteça de forma eficaz, é necessário entender a diferença entre manutenção preditiva, preventiva e corretiva.

Se você possui essa dúvida, basta continuar lendo esse artigo!

Tipos de manutenção

É muito importante entender como as manutenções se dividem, para que o gestor não erre e saiba qual é a melhor a ser aplicada, no momento e no equipamento correto.

Na figura abaixo, temos a seguinte estrutura:

Os tipos de manutenção podem se dividir em:

  • Manutenção Planejada, que se subdivide em preditiva, preventiva e corretiva;
  • Manutenção Não Planejada.

Para que não fiquem dúvidas, vou te explicar quais são os tipos de manutenção na prática e qual a diferença entre elas.

Manutenção Preditiva

A manutenção preditiva é o acompanhamento periódico de equipamentos ou máquinas, através de dados coletados por meio de inspeções.

As técnicas mais comuns utilizadas para manutenção preditiva podem ser: análise de vibração, ultrassom, inspeção visual e outras técnicas de análise não destrutivas.

Trata-se de um processo que diz o tempo de vida útil dos componentes das máquinas e equipamentos e as condições para que esse tempo de vida seja bem aproveitado.

Ela pode ser comparada a uma inspeção para acompanhar as condições dos equipamentos.

Os objetivos em fazer a manutenção preditiva, são:

  • Determinar, antecipadamente, a necessidade de manutenção de uma peça, ferramenta ou máquina;
  • Eliminar desmontagens desnecessárias para inspeção;
  • Aumentar o tempo de durabilidade dos equipamentos;
  • Reduzir o trabalho de emergência não planejado;
  • Impedir o aumento de danos.

Por meio desses objetivos, é possível concluir que a manutenção preditiva possui uma finalidade maior: reduzir custos de manutenção e aumentar a produtividade dos colaboradores.

Manutenção Preventiva

A manutenção preventiva tem como objetivo principal a prevenção de uma falha ou quebra no equipamento, além de diminuir a velocidade de desgaste das máquinas e aparelhos.

Logo, ela é uma intervenção prevista, preparada e programada antes do surgimento de uma falha.

Os serviços de manutenção preventiva devem ser planejados e programados, ou seja, todas as etapas do serviço a ser executado devem estar bem definidas.

Alguns exemplos de manutenção preventiva são:

  • lubrificações periódicas;
  • as revisões sistemáticas do equipamento;
  • os planos de calibração e de aferição de instrumentos;
  • os planos de inspeção de equipamentos;
  • os históricos ou recomendações do fabricante.

A manutenção preventiva também pode ser executada em função da condição do equipamento, como para reparar defeitos, reformas ou revisão geral.

Manutenção Corretiva

Como o próprio nome diz, ela serve para corrigir uma falha.

A manutenção corretiva acontece quando o equipamento já está com alguma peça irregular, apresentando mal funcionamento, e ela precisa ser substituída.

Essa manutenção pode ser necessária em duas situações: quando surge uma falha inesperada, ou então quando é detectada alguma falha que possa levar a algum problema maior futuramente.

Logo, podemos dividir a manutenção corretiva em dois sub-tipos: a corretiva planejada e a corretiva não planejada.

A manutenção corretiva planejada, nada mais é do que o acompanhamento de uma máquina, com finalidade de corrigir algum erro que virá a aparecer. Tudo aqui é planejado.

A manutenção corretiva não planejada, acontece após a identificação de algum erro ou problema. Esse tipo de manutenção implica em custos altos, em relação a manutenção corretiva planejada.

Porém, a manutenção corretiva pode ser usada também como uma forma eficiente de evitar o retrabalho, afinal, ela diminui o tempo de execução da tarefa e evita quebras de produção inesperadas.

Diferenças entre manutenção preditiva, preventiva e corretiva

Agora que você aprendeu quais são os tipos de manutenção e como aplicá-las da melhor maneira na sua empresa, vou te explicar a diferença entre cada uma delas.

E, assim, não haverá mais dúvidas. Vamos lá?

Manutenção Preventiva x Corretiva

Sabemos que a manutenção corretiva é realizada normalmente após a ocorrência de uma falha ou incapacidade produtiva de um equipamento ou instalação.

Uma porcentagem significativa desses danos pode ser evitado se o gestor de manutenção levar em consideração a manutenção preventiva desses equipamentos.

A manutenção corretiva possui maior impacto financeiro do que a manutenção preventiva.

Uma vez que pode implicar a suspensão prolongada da atividade das máquinas e equipamentos, podendo mesmo levar à indisponibilidade de uma linha de produção, ou outro serviço.

A principal vantagem de ter um plano de manutenção preventiva é poder prevenir todas essas situações, substituindo os componentes usados no prazo certo, preservando e restaurando todas as peças necessárias.

Para isso, o gestor deve organizar em uma planilha, ou em outra ferramenta, as principais métricas e informações que ele precisa acompanhar para realmente conseguir executar um ótimo planejamento:

  • Melhorar o estado técnico e operacional dos equipamentos;
  • Reduzir a degradação e os riscos de degradação dos equipamentos;
  • Programar os trabalhos de prevenção;
  • Realizar os reparos em condições favoráveis à operação;
  • Reduzir custos;
  • Prolongar a vida dos equipamentos.

Um plano de manutenção preventiva é ideal quando o gestor de manutenção consegue evitar qualquer defeito nos seus equipamentos, ou consegue prever e programar para que essa falha tenha o menor impacto possível no cliente.

Manutenção Preventiva x Preditiva

A manutenção preventiva, como já falamos, é programada e ocorre em um tempo pré-determinado, permite a identificação precoce de problemas, reduz as necessidades de despesas e permite um melhor planejamento dos orçamentos.

Na manutenção preditiva os programas são baseados no estado real do equipamento e na determinação de quando a manutenção deve ser realizada para minimizar os custos.

A diferença é que a preditiva faz uso de técnicas e equipamentos como ultra-som e câmeras termográficas, que fazem a manutenção preditiva ser uma alternativa viável em determinadas circunstâncias.

Manutenção preditiva x corretiva

O problema de contar apenas com a manutenção corretiva, é que, com o equipamento ou veículo estragado, a empresa deixará de ter lucros durante o tempo em que ele permanecer inativo para reparos.

Já a manutenção preditiva vem para prevenir isso, juntamente com a preventiva.

Ela vai mostrar ao técnico onde está a falha ou onde pode ocorrer especificamente, pois utiliza de técnicas, como ultrassons, análise de vibrações, entre outros, como citado anteriormente.

Quando se faz a gestão da manutenção, claramente, o trabalho será um pouco mais intenso para todos, mas os resultados com certeza serão potencializados.

No final de tudo, a manutenção preditiva, preventiva e corretiva são essenciais para a execução de um bom trabalho tanto da equipe quanto do gestor.

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

Gestão da manutenção: por que e como fazer?

Gestão da manutenção: por que e como fazer?

Sabe aquele velho ditado que diz “é melhor prevenir, do que remediar”? Basicamente é por isso que a gestão da manutenção na sua empresa deve ganhar atenção.

Ao invés de ser pego de surpresa com algum erro ou problema que prejudicará o trabalho e a produtividade dos colaboradores, você monitora toda a estrutura para que ela aconteça corretamente.

Afinal de contas, antecipar-se ao surgimento de problemas é o principal caminho para contar com uma manutenção sem falhas e garantir mais lucro para a empresa.

Pensando nisso, fiz esse artigo para te mostrar a importância da gestão da manutenção e como fazer para que ela aconteça corretamente. Vamos aprender?

O que a gestão da manutenção significa para a sua empresa?

Primeiramente, é importante você saber que a gestão da manutenção nada mais é do que supervisionar regularmente o funcionamento de máquinas, equipamentos, instalações etc.

Quando isso acontece, problemas como: paradas obrigatórias por conta de equipamentos quebrados ou desperdício de dinheiro em procedimentos de manutenção pouco eficientes são evitados.

Um dos principais objetivos de gerenciar a manutenção na sua empresa é que você programa o trabalho de forma eficiente, a fim de controlar os custos e garantir que o serviço seja de qualidade.

Quando a sua empresa não faz a gestão da manutenção se depara com diversos problemas, como:

  • Aumento de custos com o maquinário, ferramentas e manutenção;
  • Queda no lucro;
  • Aumento do risco de acidentes de trabalho;
  • Insatisfação dos clientes por conta, por exemplo, do atraso na entrega do trabalho;
  • Atraso nas produções.

O maior contratempo de empresas que não praticam as manutenções regularmente é se prontificar a fazer algo apenas quando há uma manutenção de emergência, o que gera um custo muito mais elevado.

Sendo assim, o principal motivo para que a gestão da manutenção seja aplicada na sua empresa é a garantia de que os processos estejam sempre funcionando e a sua equipe se mantenha focada e produtiva.

Os tipos de manutenção

Como agora você sabe a importância de gerir a manutenção da sua empresa, é importante conhecer os principais tipos de manutenções.

Os termos podem parecer confusos por serem parecidos, mas você vai ver que na prática não é bem assim.

A Manutenção Planejada se divide em: Preventiva, Preditiva e Corretiva:

Manutenção Preventiva

É aquela feita para reduzir e evitar falhas no equipamento.

Ela envolve tarefas como: inspeções e substituições de peças, ou reformas das máquinas. Ela também ajuda a monitorar o desgaste natural dos equipamentos. Ou seja, a sua empresa fica prevenida.

Manutenção Preditiva

Esse tipo de manutenção é feita como medida para analisar, através de dados ou instrumentos específicos, o desempenho de cada máquina ou equipamento.

Esses dados ajudam a prever a deterioração dos equipamentos, o que possibilita a antecipação de possíveis falhas que podem prejudicar o funcionamento.

Manutenção Corretiva

Como o próprio nome já diz, ela serve para corrigir alguma falha.

Uma vez que a falha é esperada, ela se torna essencial para que já seja possível planejar os recursos necessários e corrigir antes que aconteça.

Esse tipo de manutenção pode ser adotada por diversos fatores positivos, principalmente para:

  • Possível parada repentina de trabalho da equipe;
  • Mais segurança para a empresa e para o colaborador;
  • Melhorar o planejamento dos serviços.

Ficou curioso para saber mais sobre os tipos de manutenção? Nós temos um material que explica quais as diferenças entre elas, basta clicar aqui para aprender mais!

Agora que você já sabe como e o porquê de fazer a gestão da manutenção, vou te explicar as vantagens em gerir as manutenções como parte importante na sua empresa e como isso te ajuda com a redução de custos!

Vantagens em gerir a manutenção

Entender a teoria sobre o que é a gestão da manutenção e como fazer com que a gestão tenha excelência, não é algo totalmente difícil.

O mais importante é entender a dimensão da importância desse processo para empresas, como a sua.

Por isso, resolvi finalizar esse artigo listando as vantagens em gerir a manutenção para que você comece agora mesmo, otimize os seus processo e lucre ainda mais!

1. Eficiência no trabalho

A gestão da manutenção é essencial para o sucesso e a eficiência no trabalho de qualquer colaborador e empresa, afinal, manutenções mal organizadas podem atrasar a sua empresa e seus colaboradores.

Por exemplo, já pensou no tempo em que o seu colaborador vai gastar corrigindo o problema de uma máquina grande ao invés de se dedicar ao que realmente importa?

Com um bom planejamento dos processos da empresa, o trabalho do seu colaborador, e o seu também, se torna ativo e eficaz!

2. Melhorar o agendamento de tarefas

Imagine só: sua empresa necessita de uma máquina de transporte para transportar os produtos para o caminhão, por exemplo, mas as duas estão necessitando de manutenção.

E agora?

Bom, quando você faz a gestão da manutenção das suas máquinas eficientemente e fica por dentro dos prazos, consegue priorizar as manutenções mais importantes, e exemplos como esses podem ser evitados.

O agendamento de tarefas pode ficar muito mais fácil quando você fica por dentro dos processos e as atividades que os seus colaboradores precisarão executar. 

3. Controle de custos

Quando você tem uma boa gerência da manutenção na sua empresa, os custos são claramente reduzidos.

Afinal, você conta com um processo muito mais transparente, no qual pode prevenir uma manutenção, evitando erros e estragos.

A manutenção preventiva é um bom exemplo de como isso acontece e como os custos podem ser reduzidos ao ser aplicado.

Como você pôde ver, a gestão de manutenção na sua empresa é extremamente importante e eficaz!

E é importante começar a implementar as dicas na sua empresa, já que você está por dentro do assunto e já sabe como fazer.

Não perca mais tempo, tampouco dinheiro, e controle os seus custos.

Mas lembre-se de sempre buscar maiores informações para realizar essa melhoria na sua empresa de forma segura e eficaz!

Agora que você já sabe tudo sobre gestão de manutenção e como aplicar na sua empresa, o que está esperando para oferecer mais eficiência para os seus colaboradores e agradar os seus clientes?

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.

Manutenção corretiva planejada: evite o retrabalho

Manutenção corretiva planejada: evite o retrabalho

No artigo de hoje, vou te mostrar diversas formas de evitar o retrabalho usando a manutenção corretiva planejada ao seu favor.

Além de ajudar o seu colaborador, também poupa tempo e obtém mais confiança para a sua empresa.

Quantas vezes você já passou pela seguinte situação: o serviço foi dado e executado pelo seu colaborador e você pensa que tudo ocorreu bem, mas de repente é informado que o trabalho foi feito pela metade, ou pior, não foi efetuado da maneira correta e o seu colaborador terá que refazê-lo.

Bom, isso é o que chamamos de retrabalho e que, com certeza, você deve evitar ao máximo.

E agora, eu vou te mostrar como evitar que isso ocorra.

Tenha sempre um planejamento de manutenção

Sim, mais uma vez o planejamento aparece como ponto principal para uma boa gestão.

A manutenção corretiva planejada diminui o tempo de execução da tarefa e evita quebras de produção inesperadas (que nós sabemos que geram os maiores custos).

Um bom planejamento não é muito fácil de fazer, porém com a ajuda de ferramentas tecnológicas você consegue reduzir a quantidade de tempo gasta nessa atividade além dos custos na hora de implementar esse recurso.

Sendo assim, a manutenção corretiva planejada é ideal para prever falhas, evita danos drásticos e aumenta o tempo de eficiência de operação.

Por conta disso, o retrabalho deixa de ser um dos maiores custos da sua equipe técnica (que por si só, já tem um custo muito elevado).

Mantenha uma boa comunicação

A comunicação em uma empresa é importantíssima em todas as áreas e com todos os colaboradores.

Manter uma comunicação, e organização sobre as informações do cliente, também! Mas como ela pode te ajudar a evitar o retrabalho?

Primeiramente, você já deve saber que para manter as informações dos serviços prestados nos cliente sempre organizadas e de fácil acesso, depende de uma boa organização das suas ordens de serviço.

Para que você não se perca ou passe horas procurando em seus arquivos uma OS específica, utilizar uma planilha de ordem de serviços pode te ajudar bastante, caso sua empresa não tenha um número grande de cliente.

Com ela você consegue separar as ordens de serviço por grupos, como número das OS, por nome, data etc.

PS: Se esse não for o seu caso, ou seja, você tem muitos clientes.

A melhor opção para não perder produtividade ao organizar e consultar informações é um sistema de gestão de equipes externas. Assim, o seu colaborador consegue saber qual é o trabalho a ser executado, os equipamentos a serem utilizados, prevê o dia, hora e o que deve ser feito, além de alcançar uma maior eficiência na prestação de serviços.

Com todas essas informações, o retrabalho fica sentenciado ao acaso, mas ele nunca deixará de existir.

Quando você consegue manter todas as informações que são necessárias para a boa execução do serviço, fica muito mais fácil realizar a sua manutenção corretiva planejada.

Não tenha medo, use a tecnologia ao seu favor!

Ainda hoje, muitas empresas executam seus processos e atividades manualmente, o que causa muita confusão e desorganização da informações, ou pior, alguma informação muito importante pode ser esquecida e isso causará problemas futuros.

Para ter um bom desempenho na sua manutenção corretiva planejada não tenha medo de utilizar os recursos tecnológicos existentes, além de te ajudar com a organização, poupa tempo e isso faz com que a produtividade da sua equipe seja maior.

Empresas que possuem muitos colaboradores, por exemplo, também possuem uma série de processos e atividades a serem cumpridas.

Agora imagine: Como acompanhar todos esses processos e atividades sem deixar de fazer as suas próprias sem que tenha ajuda de uma plataforma de automatização? Já parece improdutivo só de imaginar né! Por isso, uma das formas de evitar o retrabalho é automatizando esses processos manuais.

Além de reduzir custos, suas informações e etapas de serviço ficam mais padronizadas, facilitando a organização com o uso dos recursos tecnológicos que estão disponíveis para a sua empresa.

Mesmo que os colaboradores estejam fora da empresa é preciso ter acesso às informações mais importantes, e esses dados são essenciais para a qualidade do serviço prestado. Sendo assim, um software de gestão de equipes em campo te ajuda a controlar todas essas atividades.

  • Organização das informações do cliente e do serviço;
  • Abertura de chamados técnicos;
  • Reembolso de despesas;
  • Reembolso de km rodado;
  • Plano de manutenção preventiva;
  • Manutenção corretiva planejada;
  • Evitar o retrabalho nos serviços externos.

Agora, com as informações centralizadas e padronizadas o gestor passa a ter seus processo cada vez mais eficientes e o acompanhamento em tempo real. Isso permite que os ajustes necessários sejam feitos antes mesmo da execução do trabalho e fica muito mais fácil de se planejar o próximo passo.

Capacite e confie no seu time

Reduzir o retrabalho, muitas das vezes, significa identificar se algum dos seus colaboradores está tendo um menor desempenho.

Diferenciando esse colaborador do outro, você conseguirá entender e avaliar quais pontos devem ser melhorados, isso antes mesmo da atividade ser realizada, o que te ajuda com na hora de estabelecer a melhor forma de elaborar um plano de manutenção.

Para isso, uma das melhores formas de fazer essa identificação é avaliando a forma como eles estão executando as tarefas designadas.

Acredite, o retrabalho também é algo ruim para seu colaborador, afinal, refazer um trabalho pode causar desmotivação e insatisfação, além dele perder um tempo que gastaria com outros chamados técnicos.

É muito importante ter confiança entre o gestor e o colaborador, por isso, invista em feedbacks constantes, reuniões, cronograma de trabalho. Tudo isso faz parte de um bom treinamento.

Outro ponto que você deve dar atenção é nas responsabilidades passadas aos colaboradores.

Muita responsabilidade dada à poucos colaboradores faz com que a demanda seja intensa e o trabalho mais corrido, isso afeta a qualidade do serviço prestado, e como era de se esperar, o retrabalho será necessário.

Por isso, todo o fluxo de trabalho deve ser definido anteriormente à execução do serviço. Determine separadamente apenas as tarefas que aquele colaborador consiga executar, para que cada etapa seja realizada dentro do prazo estabelecido e os resultados possam ser alcançados.

A manutenção corretiva planejada depende do seu plano de manutenção preventiva

Finalmente chegamos a cereja do bolo.

Bom, como você já sabe, um plano de manutenção preventiva nada mais é que um documento em que se registra as informações e atividades que serão realizadas durante o procedimento, bem como a verificação de regularidade, materiais e peças que serão avaliados e quem são os responsáveis pelo serviço. É muita coisa, né? Pois é.

Mas é justamente isso que irá garantir a redução de custos com material, tempo, mão-de-obra na manutenção corretiva planejada. Porque, é o plano de manutenção preventiva que permite planejar a corretiva.

Como deve ser feito esse relacionamento

Primeiramente você tem que entender porque sem esse relacionamento a manutenção corretiva planejada não existe.

A própria definição tradicional da manutenção corretiva, já é meio contraditória ao assunto que estamos tratando. Mas com a evolução dos processos de gestão e planejamento de manutenção graças a tecnologia, a manutenção corretiva pode ser planejada.

O motivo da dependência entre a manutenção corretiva planejada e o plano de manutenção preventiva, é que, com o plano (que garante análises periódicas), você terá informações precisas para correção por tempo ou desgaste.

O que isso quer dizer

As análises periódicas dirão basicamente, como está a situação do equipamento e quando ele precisará da manutenção corretiva. Ou seja, nesse momento, você acabou de planejar uma manutenção corretiva.

E assim se dá início a manutenção corretiva planejada

O plano de manutenção preventiva define as datas que haverão análises nos equipamento, e os dados contidos no relatório técnico serão o mapa para a construção de um plano de manutenção corretiva.

Isso porquê, será possível definir informações como:

Correção por tempo: depois de tanto tempo, o uso de uma peça específica se torna inviável, e por isso é necessária a correção ou substituição da mesma.

Correção por desgaste: durante a 4º análise foi documentado que a peça 14 estava com um desgaste incomum por conta de alguma situação específica. Por conta disso, será necessária a manutenção corretiva da mesma até no máximo uma semana.

E então, deu para entender a importância da manutenção corretiva planejada e como aplicá-la para evitar o retrabalho? Comente aqui e compartilhe conosco suas impressões e experiências!

Isadora é redatora da Auvo, responsável por criar conteúdos ricos para ajudar gestores de todo o Brasil a aumentar a produtividade das suas equipes de campo.