Arquivos Gestão de logistica - Auvo - Plataforma de Gestão de Equipes Externas
Meu funcionário externo não aceita ser monitorado. O que devo fazer?

Meu funcionário externo não aceita ser monitorado. O que devo fazer?

Gerenciar pessoas nunca é fácil e a gestão da equipe externas pode ser extremamente complicada e complexa.

Colaboradores que muitas vezes estão em outras cidades e Estados geram despesas, problemas e muitas vezes poucos resultados.

Uma solução bastante procurada por gerentes é o monitoramento do colaborador. Saber onde ele está em tempo real, organizar as atividades e acompanhar a rotina de trabalho é uma das formas encontradas para diminuir os riscos e manter a operação funcionando.

O grande problema é que muitos colaboradores não aceitam ser monitorados. Alegam que isso fere a privacidade deles e que não aceitam usar esse tipo de tecnologia e muitas vezes eles vencem a queda de braço, já que contratar uma nova equipe e treina-la é muito caro e trabalhoso.

Mas será que faz sentido toda essa repulsa a um sistema de monitoramento? Ou muitas das vezes o colaborador não está se dedicando como deveria e quer se manter na zona de conforto?

É bem possível. Por isso pense bem, quanto custa manter um colaborador que não se dedica ao máximo ao longo de um ano?

Por isso vou listar 3 maneiras de você implantar um sistema desse em sua equipe.

1 – Quem não deve não teme

Pode parecer óbvio, mas muita gente não leva isso em conta. Se o seu colaborador não quer ser monitorado algo ele está escondendo.

Pode não ser nada de muito grave, mas a produtividade dele está comprometida.

Por isso tenha uma conversa franca com seus comandados, mostre que você valoriza quem se dedica ao trabalho e que a confiança será estabelecida a partir do momento que todos se dedicarem integralmente ao trabalho.

Isso fará toda a diferença. Mas tome cuidado, eles precisam saber que você valoriza quem se dedica e não tem “medo” de possíveis saídas.

Se o funcionário é comprometido com o trabalho, ele não possui motivos para não aceitar ser monitorado. E acredite a maioria trabalha de forma correta.

2 – O sistema é bom para o próprio colaborador

Trabalhar com um sistema que otimiza o seu trabalho, te dá oportunidade de preencher menos relatórios, organiza sua agenda e seu fluxo de trabalho não pode ser ruim.

Se a sua equipe for comercial o sistema representa para ele muito mais vendas e consequentemente comissões maiores. Se a equipe for técnica, é muito mais fácil para o colaborador mostrar “trabalho” para o gestor e consequentemente ser muito mais valorizado.

Ou seja, o colaborador só ganha com o uso de um sistema de gestão de equipes externas, além disso o monitoramento da mais segurança para colaboradores que estão na rua.

Só observe se o sistema possui dispositivos de segurança, por exemplo se ele garante que você possa configurar o horário que prefere fazer o monitoramento.

Isso previne ações trabalhistas e garante a privacidade do colaborador no horário de descanso.

3 – Facilidade na comunicação

Pro seu colaborador a comunicação com a base é um problema, acredite. Muitas vezes ele pode estar com alguma dúvida ou problema no cliente e não sabe como proceder da melhor maneira. Isso além de gerar stress gera reclamações por parte dos clientes.

Com um sistema de acompanhamento em tempo real o colaborador pode tirar qualquer dúvida in loco e resolver todos os problemas com o auxilio do gestor.

Isso além de trazer mais confiança, diminui os custos.

Conclusão

É essencial que seu colaborador entenda que a ferramenta é um auxílio para o trabalho.

E lembre-se, implante a meritocracia na sua equipe, ela é essencial para qualquer novo projeto que você inicie. Você pode saber mais sobre meritocracia clicando aqui.

O Auvo é um sistema completo de gestão de equipes externas, com ele você sabe em tempo real a localização de seus funcionários, organiza a agenda deles e faz o acompanhamento de cada atividade.

Teste grátis com até 3 colaboradores agora mesmo.

Gabriel é CEO da Auvo e já ajudou mais de 1500 empresas a aumentarem a produtividade da sua equipe de campo. Além disso gerenciou equipes externas durante 7 anos e sabe bem as dores de um gestor.